Comportamento

8 dicas de segurança para as crianças em multidões e locais públicos

Eu já tinha dado em um outro post algumas dicas e cuidados para serem tomados com as crianças para curtir o carnaval com segurança, né? Mas sempre é bom reforçar, principalmente quando se trata de carnaval e muita aglomeração. Na semana passada eu estive em um bloco sem as crianças, só com o marido… Mas…

… Quando percebi, estávamos no meio da multidão, sem saída naquele empurra empurra que nem sei como eu aguentei…as pessoas tinham que dar espaço para o trio elétrico passar e com isso espremia todo mundo contra um alambrado de um estacionamento. eu era uma dessas pessoas espremidas :/

Gente, eu juro que comecei a olhar para o alambrado pensando em escalar hahaha

E olha que sempre pulei carnaval! Começou a me dar um ataque de ansiedade, pois estávamos presos na multidão, quando vi uma criança de uns 7 anos e a mãe segurando pela mão e falando “a mamãe tá aqui, não solta da minha mão”. Bem, ela estava fazendo super certo, mas me deu uma aflição mãe e filha no meio daquele caos! No caso desses blocos grandes eu acho muito mais seguro ficar mais distante da multidão. Com nossas crianças, todo cuidado é pouco!

Para prevenir qualquer incidente, achei super válidas as dicas que o Grupo GR, empresa de segurança privada, passou e, por isso, reproduzirei aqui. Eu tenho PAVOR só de pensar em ver uma criança perdida!

segurança no carnaval

Photo credit: dharder9475 via VisualHunt.com / CC BY-NC

  1. Normalmente, as crianças não sabem passar informações para ajudar a encontrar seus responsáveis. Por isso, o ideal é que elas tenham uma identificação, como pulseiras ou etiquetas pregadas na roupa com o nome, endereço e telefone dos pais.
  2. Se estiver na praia, mostre para as crianças referências fixas de onde a família está instalada, como uma placa, uma barraca ou um prédio diferenciado.
  3. É recomendável que os pais orientem seus filhos para que eles nunca acompanhem estranhos ou aceitem doces e presentes.
  4. Não é recomendável que crianças carreguem celulares ou câmeras digitais sozinhas para não atrair a ação de criminosos.
  5. A criança deve ser orientada também a reconhecer e buscar ajuda com policiais, casos se sintam perdidas ou assustadas.
  6. Se a criança se perder, a primeira coisa a ser feita pelo responsável é sempre procurar pela administração ou segurança local.
  7. Nas praias, no caso da criança se perder, é importante buscar ajuda com o salva-vidas ou o corpo de bombeiros.
  8. Na maioria dos casos, a prevenção é a melhor solução. Andar de mãos dadas com a criança durante os dias de folia é uma ótima opção. Desta forma, não é possível perdê-la de vista.

E você, tem alguma dica de ouro para garantir a segurança dos filhos em multidões? Comente aqui!

 

Comportamento

Crianças “on demand”: confira estudo sobre essa nova geração

Você tem uma criança “on demand” em casa? Aquela que não sabe esperar, que quer tudo na hora? Eu tenho um de 4 anos aqui! Eu já havia notado essa característica no meu filho ao assistir filmes e desenhos. Como consumimos aplicativos em celulares e tablets, além de serviços on demand na TV, percebi que, ao sintonizar um canal na televisão, ele fica ansioso quando tem que esperar o intervalo comercial. E também fica inquieto quando o programa que ele quer ver não está passando. Do tipo: “Como assim não dá pra assistir Alvin e os Esquilos agora? Não é só clicar em cima?”. Vai explicar que estamos vendo o canal aberto e que quem decide a programação não é ele! hahahah

Acho justo e natural esse estranhamento, afinal, o poder de decisão sobre o que assistir está cada vez mais em nossas mãos. Claro que essa liberdade não isenta a responsabilidade dos pais: são eles quem vão permitir – ou não – o acesso dos filhos ao conteúdo escolhido.

Essa geração de consumidores “on demand” é uma das constatações de uma pesquisa sobre o comportamento infantil realizada pelo canal Gloob, em parceria com a Play Conteúdo Inteligente, que revelou algumas tendências sobre o consumo de entretenimento e o comportamento das crianças no futuro.

O estudo, nomeado “Como as crianças pensam”, focou no eixo RJ-SP para conversar, por meio de entrevistas em domicílio, com 32 crianças (meninos e meninas), com idades entre 6 a 9 anos, de classe B2C, com acesso à internet e que assistem TV pelo menos quatro vezes na semana.

“Sabendo que as crianças são a manifestação da sociedade, é importante começarmos a pensar como atenderemos a consumidores tão exigentes, dinâmicos e atentos. Há tempo fala-se em comunicação 360, acredito que esta será realmente a primeira geração que exigirá que façamos isso. Não porque precisam de mais estímulos e sim porque desejam, podem e estarão em todos os lugares a todo momento”, afirma Aurélia Picoli, diretora de pesquisa da Play.

Confiram os resultados da pesquisa no infográfico abaixo. Clique na imagem para abrir.

Pesquisa Gloob

Comportamento

Tatuagem nova, escala de dor e galeria com 20 imagens em homenagem aos filhos

Tattoo

Finalmente fiz a tatuagem que tanto queria em homenagem aos meus filhos! No videozinho abaixo vocês verão com mais detalhes. Meu braço ainda está um pouco vermelho e marcado por conta do curativo, afinal, não tinha feito nem 24 horas da tattoo quando gravei o vídeo.

É um bracelete no antebraço, pouco abaixo do cotovelo, com o nome dos pequenos. Entre eles, um desenho que é um misto de laço com o símbolo do infinito. A linha da pulseira dá a volta no braço, tem um coração na parte de trás e um pedaço com pontilhado, que é conhecido como dotwork. Escolhi tatuar os nomes voltados para mim, mas poderia ser ao contrário, com a leitura de quem olha de fora. Bem, isso é muito pessoal. Eu amei a minha tatuagem nova, ficou muito delicada e o traço dela bem fininho, como eu desejava. Fiz no Gelly´s Tattoo.

E para quem me perguntou se doeu: não doeu nada, nadica! Tenho uma outra tatuagem no ombro, que também não doeu e uma na barriga que, essa sim, doeu bastante.

Para te ajudar a definir o local da tatuagem, segue uma dica dos dermopigmentadores André Carbone e Gabriel Ferreira, do Kauai Studio, que apontam quais os lugares que mais doem:

Pouquíssima dor: Ombros e antebraços

Pouca dor: Pulsos, coxas, panturrilhas e tornozelos

Dor moderada: Pescoço, testa, bíceps e baixo-ventre

Muita dor: Tórax, cotovelos, joelhos, barriga e canela

Dor extrema: Diafragma, costelas e peito dos pés

Os profissionais também deram dicas muito importantes para quem está pensando em fazer uma tatuagem:

– Escolha um desenho que te agrade e pense bem antes de decidir. Se tiver dúvida ou receio, não faça a tatuagem.

– Pense bem na parte do corpo que você vai tatuar. Mãos e pescoço costumam ser olhados com desconfiança em, por exemplo, entrevistas de emprego, apesar da tolerância à tattoos ser bem maior na atualidade

– Escolha um estúdio idôneo e de qualidade, que ofereça instrumentos esterilizados e boa aparelhagem

– Escolha um tatuador responsável e conhecido. Siga recomendações de quem já fez tatuagens com esta pessoa e veja o portfólio de trabalhos dele

Lembrando que depois de fazer a tatuagem é preciso seguir algumas recomendações, como passar pomada constantemente, tampar a tattoo com plástico filme por alguns dias, além de evitar sol, mar, areia e piscina por 30 dias.

Como eu sei que fazer uma tattoo em homenagem aos filhos é o desejo de muitas mães, selecionei mais algumas imagens de referência bem inspiradoras. Todas as fotos foram retiradas do Pinterest (ferramenta de pesquisa e marcação de imagens, funcionando como um “caderninho de ideias”). Clique nas imagens para visualizar:

E você, já fez uma tatto em homenagem aos filhos? Tem vontade de fazer?