Comportamento

Terapia de casal após a chegada dos filhos

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Se existe um casal que não teve dificuldades na adaptação da nova rotina após a chegada do bebê, eu não conheço, nunca vi! Cansaço, noites mal dormidas, rotina nova, falta de tempo e de espaço são algumas das queixas no consultório da Dra. Cristiane M. Maluf Martin, psicanalista, especialista em terapia de casais.

Aqui em casa me lembro muito bem dos tempos de crise quando as crianças nasceram. Um exemplo: em ambos os filhos, meu marido que dava banho neles, pois eu morria de medo de machucá-los. No Teodoro comecei a dar banho depois dos 3 meses só. Já com a Alice, depois dos primeiros dias, comecei a ficar irritada e muito impaciente quando meu marido chegava atrasado do trabalho. Então cortei aquela dependência que tinha dele e assumi o banho quando ele se atrasava. Até aí estava tudo bem… Mas no dia que ele “botou as manguinhas de fora” e resolveu voltar a jogar tênis (esporte que ele sempre praticou durante a semana após o trabalho), virei uma fera!! Como assim ele ia retomar a rotina dele? Da simples partida de tênis até a cervejinha pós-jogo (como ele também sempre fazia) foi questão de poucas semanas. Assim como a minha ira!

Foram tempos difíceis no nosso relacionamento. Mas com muita conversa, acordos e também jogo de cintura conseguimos superar esse momento tão difícil (e comum) na vida do casal. Ele também me mostrou que eu podia contar com ele para eu fazer as minhas coisas, ter um tempo só pra mim. Assim como, aos poucos, fomos redescobrindo qual seria o tempo só nosso, do casal. É difícil, mas a gente acaba encaixando!

Na época, não procuramos uma terapia de casal, mas acho que poderia ter sido muito benéfico para a gente! Fiz essa entrevista com a Dra. Cristiane para mostrar um pouco do que acontece no consultório de uma psicanalista e quais as principais queixas das mulheres e dos homens após a chegada do bebê.

Será que você se identifica?

Quais são as principais queixas no consultório das mulheres após a chegada da maternidade?

Geralmente, após a maternidade, as mulheres se queixam da falta de tempo para si, ou seja, do quanto o bebê depende 100% dela, o que acaba tirando não seu sono, mas também todo o tempo da mulher. Ressalto que a perda do espaço e da liberdade do casal é uma das queixas mais frequentes apresentadas pela mulher.

Ter filhos exige bastante disponibilidade física, mental, financeira e outros adjetivos, como paciência, dedicação, disposição, doação. Sugiro que essas mudanças sejam trabalhadas psicologicamente no decorrer da gestação para que a mulher não sinta um impacto tão grande na prática.

Quem não dorme bem, passa o dia mal, em todos os sentidos mal humorado e alterado, afetando a relação.

Geralmente é a mulher quem procura uma psicóloga para fazer terapia de casal? 

Não necessariamente. Hoje em dia esse cenário mudou bastante, alguns homens preocupados em resgatar suas relações também procuram a terapia de casal, até para se sentirem mais aliviados e entenderem que a atenção maior da sua companheira, que antes só era esposa e agora também é mãe, é quase 100% para o bebê.

Atualmente estamos observando um avanço significativo na chamada paternidade ativa. Você acha que o fato dos homens estarem mais presentes na rotina e nos cuidados do bebê pode ajudar na relação entre o casal?

Sim, pois ajuda o casal a não se distanciar por conta da nova rotina que a chegada do bebê traz. Inclusive com a ampliação da licença paternidade, o vínculo entre o pai e o bebê tornou-se bem mais próximo, o que favoreceu a família como um todo, pois com essa licença o pai “ganhou” o direito de permanecer mais presente durante os 20 primeiros dias de vida do bebê, ajudando sua companheira nesta fase de adaptação bastante difícil.

É muito comum ter uma mudança na relação do casal após a chegada de um bebê, não é? Mas em que momento na vida do casal se faz necessário procurar uma psicoterapia a dois?

Sim, por mais que o casal se conheça, e estejam numa relação estável a chegada de um filho é sempre um diferencial na vida de todo casal, onde eram dois agora são três, quanto mais tarde o casal decide por ter filhos mais difícil será a adaptação, pois estão priorizando suas vidas profissionais e o “espaço” para o bebê fica cada vez menor.

Ressalto que um dos momentos importantes para buscar uma psicoterapia de casal é quando o casal começa a responsabilizar a chegada do bebê pelo desgaste da relação, o que na verdade, essa situação só intensificou problemas que já existiam e não foram resolvidos antes da chegada do filho (a).

Tem alguma dica para as mães que estão tendo alguma dificuldade no relacionamento?

A cumplicidade, o diálogo, o companheirismo entre o casal antes da chegada do bebê é fundamental para que ambos consigam passarem por esse período de adaptações de uma maneira mais tranquila.

E mesmo após o nascimento do filho (a), devem manter esta cumplicidade enquanto casal, pois não podem se esquecer que independentemente de serem pai e mãe são um casal e precisam manter o amor que os uniu.

·  Dra. Cristiane M. Maluf Martin é especialista em psicanálise, terapia de casais, psicodiagnóstico, ludoterapia e dinâmicas de grupo. Possui 19 anos de experiência profissional e, também, é palestrante. Atua ainda em hospitais públicos na área de Planejamento Familiar

 

Comportamento

Mindfulness: saiba como a meditação pode ajudar as mães

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“O Mindfulness nos ajuda a sentir cada experiência como se fosse a primeira vez”

Mindfulness é um termo que vem sendo muito ouvido nos últimos tempos. Basicamente é o estado mental de atenção plena. Sabe quando a gente está fazendo alguma coisa com a cabeça em outro lugar ou ainda com a sensação de estar sempre no piloto automático? O objetivo da meditação mindfulness é trazer você para o momento presente. O resultado: uma melhor qualidade de vida, relações mais saudáveis e uma infinidade de coisas positivas.

“A fama de mindfulness tem acontecido principalmente por causa das pesquisas científicas. Os estudos têm revelado muitos achados importantes e demonstrado diminuição de ansiedade e estresse, aumento de bem-estar, qualidade de vida e muitos outros benefícios”, revela a psicóloga e instrutora de mindfulness Fabiana Saes.

Eu mesma estou fazendo um curso de Mindfulness para pais e mães com a Fabiana. O curso tem me ajudado muito a encarar situações desagradáveis do dia a dia com mais leveza, me livrar de julgamentos que só me fariam mal e, o mais importante de tudo, notei que estou encarando melhor os momentos de estresse com as crianças aqui em casa, além de me acolher mais, deixando aquela famosa culpa materna de lado.

Para vocês saberem do que estou falando, vou dar um exemplo prático do que já aconteceu aqui. Certo dia tive um problema na escola das crianças por telefone que me deixou muito irritada. Estávamos em casa os três. Eu com aquela irritação na cabeça e as crianças começam a pedir isso, pedir aquilo, a brigar, a chorar… Enfim, aquela cena caótica que todo mundo já viveu em casa. Tinha tudo para estourar e dar um berro de basta, como já fiz em outras vezes, mas dessa vez tentei de outro jeito. Aceitei aquela situação de crise e consegui me conectar com as crianças. Busquei um momento de paz em mim mesma para ouvi-los atentamente e depois consegui explicar a eles que naquela hora eu não estava bem e que eu não iria atendê-los. E mais: expliquei que eu precisava ficar um pouco quietinha para eu me acalmar.

Outra situação clássica é quando temos alguma preocupação. Seja ela qual for, é muito comum estendermos o problema com vários possíveis desdobramentos lá na frente. Com a prática do mindfulness estou aprendendo a viver o momento presente, o agora. Consequentemente, me livrando de pesos desnecessários.

Eu fiz uma entrevista bem legal com a instrutora de mindfulness – e também mãe de dois filhos – Fabiana Saes, para desmistificar o assunto e para vocês saberem melhor como a meditação pode ajudar nós, mães. No final da entrevista ela indicou dois livros sobre meditação, pais e filhos, e ainda sugeriu algumas práticas que podemos fazer com as crianças.

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“Não adianta a mãe abaixar para ficar da altura da criança para falar com ela em um momento de ensinamento, se a mãe não estiver conectada a si mesma e com estado de atenção plena”/ Photo via VisualHunt

As mães estão cada vez mais em um estado de desatenção, que é o oposto de mindfulness, com tantas tarefas e responsabilidades que muitas vezes se transformam em um trator e não conseguem observar necessidades básicas dos filhos

Fazendo um panorama geral, como você definiria mindfulness?

Mindfulness, traduzido como atenção plena, é um estado de presença que acontece quando, intencionalmente, colocamos nossa atenção no momento presente como ele se apresenta, com aceitação e sem julgamento. Passamos a observar a experiência vivida sem buscar alterá-la. Dessa maneira notamos todas as emoções, sentimentos e pensamentos envolvidos com a experiência presente, bem como todas as sensações corporais desencadeadas pela situação.

Então percebemos como nos relacionamos ao que pensamos e sentimos e como nosso corpo reage às experiências e quando isso ocorre encontramos maneiras conscientes de agir e manejar nossos impulsos. Qual mãe nunca chegou em casa com problemas de trabalho e ficou mais irritada com um comportamento do filho rotineiro? Ou ainda, brigou com o filho fortemente, por ele não querer seguir a ordem, pensando que no futuro ele seria um adolescente rebelde? São duas situações em que há entrega automática ao que se pensa sobre o futuro ou por uma emoção difícil, mas não se está vivendo a situação do momento presente.

Em resumo, mindfulness é viver com o “piloto automático” desligado.

Por que o mindfulness está sendo tão falado ultimamente?

Porque além dos benefícios comprovados é fácil de utilizar e simples para praticar. E a fama de mindfulness tem acontecido principalmente por causa das pesquisas científicas. Os estudos têm revelado muitos achados importantes e demonstrado diminuição de ansiedade e estresse, aumento de bem-estar, qualidade de vida e muitos outros benefícios. Além disso, a prática de mindfulness é bem simples.

Mas é importante ressaltar que Mindfulness não é a solução de todos os problemas, não é uma panaceia, não garante a felicidade, como alguns profissionais “vendem”.

Existem pesquisas comprovando que o mindfulness pode ser benéfico em diversas situações. Os benefícios de mindfulness podem ser verificados tanto no ambiente de trabalho, em escolas, na saúde.

As pesquisas são realizadas com pessoas que passam por um programa de mindfulness de 8 semanas e já se tem comprovado redução de ansiedade e fadiga, maior rendimento no trabalho, melhora da empatia, melhora da memória, aumentos de atenção e concentração, regulação das emoções, aumento da compaixão, redução de estresse, dentre outros.

Como ele pode nos ajudar na busca por uma relação plena entre mães / pais e filhos?

Entrar em contato com o aqui e agora é poderoso e nos coloca frente a tudo, e tudo eu quero dizer sobre os sofrimentos e as alegrias dos momentos. E o que fazemos com tudo isso? Acolhemos de forma gentil e amorosa e assim lidamos de maneira compassiva conosco e com os outros. Como mães, a autocrítica para ser um estigma, pensamentos duros do tipo “estou fazendo tudo errado”, “sou uma péssima mãe”, “meu filho não gosta de mim”, parecem dominar nosso coração e não sabemos como reagir a tudo isso. Mindfulness nos ajuda a lidar com esses pensamentos.

Quando uma mãe aceita que faz parte da condição humana tentar fazer o melhor e está tudo bem sofrer com isso, aceitamos essa condição com carinho. Rotular os filhos como se eles sempre agissem da pior maneira, só prende a mãe a uma experiência passada dificultando que ela viva o momento presente, e no momento presente pode ser que o filho tenha um comportamento desejado, mas o sofrimento de ter o pensamento de que ele não vai agir como se gostaria, traz sentimentos negativos e baixa tolerância. Com isso, fica muito difícil se conectar com o filho.

Não adianta a mãe abaixar para ficar da altura da criança para falar com ela em um momento de ensinamento, se a mãe não estiver conectada a si mesma e com estado de atenção plena.

As crianças só podem ser ensinadas a entenderem seus sentimentos e expressarem de maneira assertiva, se quem ensina entra em contato com suas próprias emoções e lida de forma atenta e consciente.

As mães estão cada vez mais em um estado de desatenção, que é o oposto de mindfulness, com tantas tarefas e responsabilidades que muitas vezes se transformam em um trator e não conseguem observar necessidades básicas dos filhos.

Pode haver uma melhora na relação entre mãe/pai e filhos com mindfulness, pois existe uma aproximação e conexão compassiva entre eles.

Eu já fiz muitos posts aqui no Todas as Mães falando sobre como nos sentimos perdidas após a chegada da maternidade. O mindfulness pode ajudar a mulher nesse sentido também?

Sim, com certeza pois o mindfulness nos ajuda a lidar com as situações difíceis e o mais importante, promovendo autocuidado. Ninguém nos ensina e ser mãe e vamos descobrindo dia-a- dia todos os desafios de lidar com uma nova vida. A responsabilidade e o sentimento de amor materno geram grandes preocupações. As preocupações são pensamentos sobre o futuro dos filhos, dúvidas, angústias que invadem a mente.

“Será que ele dormir à noite toda?”, “Será que ele vai mamar?”, “Será que ele vai começar a andar?”, “Quando devo tirar a fralda?”, “Devo dar chupeta? E se prejudicar os dentes?”. Quais foram e são suas preocupações? Imagino que muitas né? Dos pensamentos que você teve que causou preocupação e ansiedade, quais realmente poderiam ter sido evitados sabendo de tudo que você sabe depois de ter vivido os primeiros anos com o filho? Pois é, imagino que a maioria.

Vou compartilhar uma situação que acontecia na minha casa com meus filhos. Na maior parte das vezes que as crianças (tenho um casal de filhos) começavam a brincar e as gargalhadas aumentavam e começava um “para” daqui e um “para” de lá, eu já interrompia a brincadeira dizendo que iam se machucar e lógico que eles resmungavam. Essa situação me incomodava muito e enquanto eles se divertiam, eu já estava assistindo uma catástrofe acontecendo e como uma boa zelosa mãe, não queria que nada de ruim acontecesse com as crianças.

Depois que comecei a praticar mindfulness, essa situação mudou, hoje percebo essa irritação no meu corpo, o pensamento grudando na minha mente “daqui a pouco alguém vai começar a chorar” e uma ansiedade presente, então entro em contato com o que está acontecendo no momento e um novo pensamento surge “eles só estão se divertindo” e na maior parte das vezes eles não brigam e não se machucam. Isso é viver o aqui e agora.

Queremos que nossos filhos não se machuquem, mas também queremos que eles tenham boas experiências e se divirtam e quantas vezes evitamos a parte boa em função do pior que nem sempre acontece? Mindfulness nos ajuda a sentir cada experiência como se fosse a primeira vez.

As crianças também conseguem fazer uma meditação mindfulness? Existe alguma prática que podemos inserir no dia a dia da criança para ela começar a entrar em contato com esse processo de atenção plena?

As crianças também podem praticar mindfulness. As práticas são mais lúdicas e possibilitam atenção plena aos sons, partes do corpo, respiração, pensamentos, sentimentos, movimentoscorporais e alimentação.

Uma prática simples para treinar mindfulness com as crianças é a atenção plena na respiração. Pede-se para que a criança, em um momento tranquilo do dia, sente-se (se possível de olhos fechados) imagine uma flor e uma vela, ela apaga a vela e cheira a flor, quantas vezes ela puder. A cada dia incentive que ela aumente o número de vezes em que faz as respirações. Uma outra prática que as crianças gostam muito é a atenção plena ao corpo e que pode ser feita sempre antes de dormir. Quando a criança estiver deitada peça que ela feche os olhos e peça que ela imagine uma borboleta pousando em vários locais do corpo, inicie dizendo que a borboleta está nos pés e peça que ela sinta os pés e vá seguindo até a cabeça, ou talvez funcione usar a água do mar tocando nas partes do corpo. Experimente e vá observando como a criança reage. Não tem certo nem errado. A ideia é permitir que a criança experimente entrar em contato com o momento presente e usar o corpo ou a respiração como âncora para o presente.

Onde podemos saber mais sobre os seus cursos? Você pode indicar algum livro para que quiser saber mais a respeito?

Tenho duas sugestões de leitura, ambas da Editora Rocco, “Quietinho feito um sapo: exercícios de meditação para crianças (e seus pais)”, da Eline Snel e “Mães e pais conscientes. Como transformar nossas vidas para empoderar nossos filhos”, de Shefali Tsabary.

As informações sobre os meus cursos podem ser encontradas nas páginas tanto do Facebook quanto do Instagram. Também é possível acompanhar a publicação de textos na página da minha clínica Brace Psicoterapia e Mindfulness ou do Conectta Mindfulness e Compaixão, rede da qual sou membro.

Quem quiser também pode falar comigo por e-mail: fabiana@brace.net.br ou por telefone (11) 96081-0404, que ficarei feliz em receber o contato.

Comportamento

Campanhas de arrecadação de brinquedos para o Dia das Crianças 2017

O Dia das Crianças está chegando e que tal juntar alguns brinquedos da sua casa e fazer uma doação? Chame os filhos para participarem deste momento, separando os brinquedos em bom estado que não usam mais.

Selecionei algumas campanhas de arrecadação de brinquedos que já começaram agora em setembro. Mas, à medida que forem aparecendo mais campanhas, vou atualizando o post! 😉

3ª edição da Campanha de Arrecadação de Brinquedos Socicam

doaçao de brinquedos socicam

Realizado pela Socicam, administradora de terminais de passageiros. Participam terminais rodoviários, urbanos e aeroportos com caixas coletoras para o recebimento de brinquedos novos ou em boas condições.  As doações podem ser feitas de 1º a 30 de setembro, durante todo o horário de funcionamento dos empreendimentos participantes. Abaixo, a lista dos locais de arrecadação em São Paulo, mas as caixas coletoras também estão presentes em outros estados brasileiros:

São Paulo (capital e grande São Paulo)
Terminal Rodoviário Tietê
Terminal Rodoviário Barra Funda
Terminal Rodoviário Jabaquara
Terminal Rodoviário e Turístico de Guarulhos

Interior e litoral de São Paulo
Terminal Rodoviário de Campinas
Terminal Rodoviário de Guarujá
Terminal Rodoviário de Jundiaí
Terminal Rodoviário de Ribeirão Preto
Terminal Rodoviário de São Carlos
Terminal Rodoviário de São João da Boa Vista

Campanha Dia das Crianças 2017 Exército da Salvação

campanha doação de brinquedos

O Exército de Salvação está arrecadando brinquedos em bom estado para presentear meninos e meninas atendidos pela instituição em São Paulo e no Rio de Janeiro. Você pode agendar a doação e eles vão retirar na sua casa ou levar a doação até um ponto de coleta. Também é possível promover uma campanha de arrecadação coletiva em sua empresa ou condomínio. Telefone para agendar doação: 4003-2299 ou no site.

Casa de Viver

campanha de doação de brinquedos

A Casa de Viver, espaço de coworking na Vila Mariana, funcionará como ponto de coleta de brinquedos novos ou em bom estado para a campanha da Ideias Consultoria Social. Rua Tirso Martins, 280, Vila Mariana. De segunda a sexta das 9h às 17h até o dia 23 de setembro.

Pernambucanas

A Pernambucanas divulgou em seu perfil do Instragram que também iniciou a sua Campanha de Arrecadação de Brinquedos. Basta passar em uma das lojas e doar o brinquedo até o dia 30 de setembro.

pernambucanas_arrecadacao brinquedos

Além das campanhas em vigor, você também pode consultar as igrejas do seu bairro, que geralmente também arrecadam brinquedos para doação.

E se você souber de outras campanhas, envie um email para todasasmaes@gmail.com para eu incluir aqui!