Comportamento

A escolha da cadeirinha: entrevista com Guga Machado, do Eu Vou de Bike.com

Quem gosta de andar de bike, fica bastante ansioso para os filhos crescerem um pouquinho e poderem passear na cadeirinha da bicicleta. Mas, na hora de escolher o acessório, sempre surgem algumas dúvidas sobre os modelos, instalação, idade etc. Para auxiliá-los nesta questão, confiram algumas dicas preciosas neste post!

© Nataliya Hora | Dreamstime.com - Smiling baby in bicycle seat

© Nataliya Hora | Dreamstime.com – Smiling baby in bicycle seat

Qual a idade certa?

É preciso levar em conta a firmeza do pescoço e do tronco do bebê. Mas, pelo amor de Deus, não vai me colocar um bebê de 5 meses na cadeirinha da bicicleta rs. Na dúvida, pergunte ao pediatra se o seu bebê já está pronto para passear de bike! Aqui em casa, meu filho mais velho só foi andar pela primeira vez na cadeirinha com 11 meses. A caçula está com 1 ano, mas ainda não andou, apesar de já estar pronta! Ah, importantíssimo: deixe as mãos da criança livres. Se a criança estiver com algum objeto na mão, ela pode soltar a qualquer momento e, caso caia na roda, pode causar uma queda.

Em geral, a cadeirinha dianteira suporta até 15kg e a traseira até 25kg. Se seu filho ainda for pitico, o mais seguro é optar pela cadeirinha dianteira, pois você tem a possibilidade de monitorá-lo o tempo todo. Por outro lado, quando a criança já está no limite do peso da cadeirinha dianteira, ele estará grande o suficiente para atrapalhar os movimentos do ciclista. Neste caso, a cadeirinha traseira acaba sendo mais segura. E por falar em segurança… não se esqueça do capacete (o do condutor e da criança).

Qual modelo escolher?

Além de levar em consideração o peso e a altura da criança, saiba que o modelo da sua bike também interfere na escolha da cadeirinha. Conversei com Guga Machado, do portal colaborativo Eu Vou de Bike.com, que deu orientações importantes nesta escolha.

Todas as Mães: Qual a principal dica de segurança na hora de escolher a cadeirinha da bike?

Guga Machado: “Em primeiro lugar, mais do que a idade, o ideal é sabermos o peso e altura da criança, pois estes são critérios muito importantes na seleção da cadeirinha. A partir destes valores, selecionamos a cadeirinha adequada, que deve ter cinto de segurança e de preferência alguma certificação (INMETRO, se for nacional). Devemos também definir se a caderinha será montada na dianteira (sobre o ‘top tube’ da bike) ou na traseira (atrás do selim do condutor).”

Todas as Mães: Como o modelo da bicicleta interfere na escolha da cadeirinha?

Guga Machado: “A maioria das bicicletas disponíveis no mercado hoje ainda utilizam uma geometria do tipo ‘Mountain Bike’, que costuma ter esta parte do quadro (o top tube) curta e inclinada para frente, o que pode dificultar a instalação do equipamento na dianteira. Então, uma outra dica é levar a bike em sua loja de confiança, para que seja feito um teste antes da aquisição do equipamento. E se não conseguir instalar na dianteira, instale na traseira mesmo. Em nossa experiência, as crianças gostam muito mais de serem transportadas na dianteira. Porém, este é o modo recomendado quando o uso maior for lazer, e desde que sua bicicleta atenda as condições expostas acima. No uso mais como meio de transporte, o ideal é transportar a criança atrás, para que o manuseio da bicicleta não seja prejudicado.”

Todas as Mães: Quais as principais marcas existentes no mercado?

Guga Machado: “Marcas tem muitas, e muitas de ‘fundo de quintal’. Então a dica é procurar alguma certificação confiável (INMETRO ou outra certificação internacional) e procurar adquirir (bem como instalar, pois dependendo do modelo de cadeirinha, a instalação pode ser crucial quanto a segurança, ou a falta de) o equipamento em loja especializada, evitando os magazines. Normalmente numa boa loja especializada, já ocorre uma enorme seleção de equipamentos oferecidos. Acredito que neste momento não é hora de economizarmos, concorda? Procure também adquirir um modelo facilmente desmontável, pois quando não utilizarmos o equipamento, este pode ser retirado para facilitar nossa pedalada.”

Dicas anotadas? Então pegue a bike, os capacetes e curta um passeio bem gostoso com os filhotes! 🙂

E para ter mais informações sobre a inclusão do ciclismo nos grandes centros urbanos, visitem o site do entrevistado Guga Machado: http://www.euvoudebike.com e sua página no Facebook www.facebook.com/euvoudebike

Comportamento

Dicas de como organizar as fotos da família

© Andres Rodriguez | Dreamstime.com - Family photos

© Andres Rodriguez | Dreamstime.com – Family photos

Nem precisa ser uma amante da fotografia para concordar: depois que inventaram os celulares com câmeras (boas), tiramos fotos de tudo, em especial dos filhos. Nada parecido com os filmes de rolo, quando economizávamos nos cliques, afinal, revelação de filme de 36 poses era caro, bem caro! Fora as fotos queimadas que vinham 🙁

Hoje podemos descer o dedo no botãozinho até pegar a expressão perfeita, o sorriso mais lindo daquele momento especial. Resultado: pastas e mais pastas com mil e poucas fotos. São tantas fotos digitais que elas acabam se perdendo nas “nuvens” da vida… São mais de 100 fotos do aniversário, 150 fotos da viagem de férias, 50 fotos só do dia-a-dia e mais 10 do primeiro dia de escola, sem contar com as 15 da Páscoa (rs). E agora, faço o quê com tanta foto?

Eu acho legal ter um álbum, algo mais tátil, sabem? Até hoje adoro pegar os álbuns de fotos de quando eu era bebê e criança. Por isso, procurei, procurei até encontrar uma solução ideal! Estou fazendo fotolivros divididos por anos. Antes organizo todas as fotos no HD externo e abro uma pasta do ano (ex. 2014). Dentro desta pasta, distribuo as fotos por eventos em ordem cronológica. (ex. Janeiro – réveillon na praia; Fevereiro – viagem de carnaval; Março – aniver do vovô e aulas de natação e por aí vai).

Escolho as melhores fotos e começo montando o fotolivro seguindo essa mesma ordem. O legal é que você pode acrescentar textos, lembranças, títulos etc.

Gosto e uso há bastante tempo o Digipix (www.digipix.com.br). Funciona assim: ou você monta o álbum online ou baixa o programa D-Book em seu computador. Baixei o programa e vou montando aos poucos, sem estar online. Depois de pronto, basta seguir as instruções para concluir o projeto e ele vai gerar um arquivo “master”. Mando imprimir o álbum no site Fotoregistro (www.fotoregistro.com.br), mas no site da Digipix indicam vários lugares para imprimir. Aí é só fazer upload do arquivo na loja e pronto, o resto funciona como uma compra virtual.

Dá trabalho, exige um pouco de tempo e dedicação, mas o resultado é um resumo do ano da sua família que vai ficar para sempre e você revê a qualquer hora (melhor do que ficar repassando na tela os mil cliques tirados rs). Eu juntei no mesmo álbum viagens pequenas, aniversário (porque foi festinha caseira) e eventos do cotidiano, mas fiz álbuns separados para viagens maiores e os batizados dos filhos.

E você, como organiza as suas milhões de fotos?