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5 dicas preciosas para viajar com os filhos

Viajar com os filhos é uma delícia e importantíssimo para relaxar e curtir os bons momentos com a família! Viagem é uma experiência que fica para sempre na nossa memória e, isso, ninguém tira de você! Mas, viajar com crianças pode não ser tão simples assim e necessita de uma dose extra de planejamento. O ritmo dos filhos não é o mesmo que o dos pais, assim como suas necessidades e seus horários. Portanto, para a sua viagem não acabar em um estresse desnecessário, separei algumas dicas que, com certeza, irão te ajudar a organizar a viagem com os filhos. São dicas fáceis de seguir e que farão a maior diferença! Depois disso, já pode começar a contagem regressiva para a viagem!

Teodoro, aos 11 meses, chegando no hotel em Miami.

1. Planejamento

Faça um roteiro com os lugares que gostaria de conhecer no destino da viagem e pesquise se há atrações voltadas para as crianças. É interessante ter opções que agradem os adultos e outras que agradem as crianças. Assim também fica mais fácil de negociar quando os filhos começam a ficar impacientes em um determinado passeio. É legal também já ter anotado algumas dicas de restaurantes para almoçar e para jantar. Mas não precisa ser tão rígido com o roteiro: não descarte mudanças de passeios ou opções novas que forem surgindo no meio da viagem!

2. Mala de viagem

Sabemos que arrumar a mala dos filhos não é tarefa fácil, principalmente se as crianças forem muito pequenas. Não confie na sua memória! Faça antes uma lista com todos os itens necessários. Informe-se sobre a previsão de tempo do seu destino para decidir quais roupas levar. E lembre-se que criança suja roupa muito fácil, então o ideal é levar trocas a mais. Para os bebês, faça uma mala extra com itens de alimentação, como mamadeira e leite em pó, papinhas prontas etc. Não se esqueça das fraldas!

3. Saúde das crianças

Prevenir-se nunca é demais! Leve para a viagem um nécessaire contendo os remédios que os filhos estão acostumados a usar em casa, como antitérmico, antialérgicos, termômetro e primeiros socorros. Vale conversar com o pediatra antes, se necessário. Leia os posts que escrevi “Quais remédios levar em uma viagem com crianças”  e “A importância do seguro viagem

4. Converse sobre o tempo de viagem

Frase clássica de toda criança em uma viagem: “Mãe, tá chegando?”. Não tem como escapar, mas é interessante conversar com a criança antes de saírem de casa e explicar o que vai acontecer. Se a viagem for longa, não minta: explique que vai demorar sim, mas que vocês podem inventar coisas legais para fazer durante o trajeto.

“Mãe, tá chegando?” “Filha, a viagem de 10 horas ainda nem começou” rs Quem nunca ouviu essa frase?

5. Entretenimento na viagem

E completando o item anterior, faça uma malinha de mão para os filhos não se entediarem fácil durante a viagem. Separe brinquedinhos que eles gostam, giz de cera e papel para desenhos, filminhos no tablet ou celular e lanchinhos fáceis de carregar. Leve na bagagem bastante paciência também, pois a rotina muda bastante e algumas crianças precisam de um certo período de adaptação nos horários. Leia o post “O que levar na bagagem de mão em uma viagem de avião

Com essas dicas de viagens com os filhos, o final de semana ou as tão sonhadas férias podem ser muito mais prazerosas e fáceis de aproveitar. São essas viagens em família que ficam na lembrança de infância dos filhos, então curta muito esse momento tão especial! Eu costumo usar muito o Hotel Urbano para comprar passagens aéreas e reservar os hotéis. E não foi à toa que resolvi me afiliar ao grupo. Vale a pena conferir as promoções que eles fazem!

Ah, e não se esqueça de tirar muitas fotos!

Leia também:

Lista com os 10 melhores hotéis para ir com a família

 

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A importância de contratar um seguro saúde antes de viajar

Se tem uma recomendação que posso dar para as famílias que estão planejando uma viagem é: não abra mão do seguro viagem! Sem ele, um contratempo pode se tornar uma grande dor de cabeça!

foto: pexels.com

Quando fomos para Miami, o Teodoro foi brincar em um dos parquinhos que tinham ao longo da Ocean Drive e caiu com a mão no chão. Chorou bastante e em pouco tempo o pulso estava bem inchado. Mediquei com um analgésico que tinha levado (leia aqui o post sobre “Quais remédios levar em uma viagem com crianças”) e aguardamos mais um pouco. O pulso continuava a inchar e, em conversa com a pediatra deles por Whatsapp, decidimos levá-lo a uma clínica.

O seguro saúde que eu havia contratado tinha uma cobertura de US$ 24.000 e funcionou muito bem. Ligamos para o número indicado no voucher, relatamos o ocorrido e em poucos minutos nos retornaram indicando uma clínica credenciada mais próxima. Chegando lá, apresentamos os documentos e o seguro autorizou o atendimento médico, que também incluiu raio-X e a imobilização do braço do Teodoro.

Eu realmente nem sei o quanto esse tipo de evento poderia ter nos custado. Isso porque nos EUA os hospitais, clínicas e profissionais da saúde estão entre os mais caros do mundo. Os testes diagnósticos e medicamentos custam muito mais do que no Brasil – e são cobrados em dólar.

Uma consulta em clínica nos EUA pode custar até US$ 500 e, em um hospital, chega a US$ 6 mil. Em casos de internação, o paciente pode ter que desembolsar até US$ 50 mil.

Para a nossa próxima viagem (para o Canadá, leia o post clicando aqui), contratamos um seguro viagem com cobertura de US$ 30 mil, mas existem planos que cobrem de US$ 200 mil a até US$ 1 milhão. Alguns planos de saúde e cartões de crédito também ofecerem seguro de viagem. Acionei o meu plano de saúde para o Canadá, mas a cobertura é baixa, de R$ 15 mil.

Para quem viaja para Cuba, Venezuela e Equador, o seguro viagem é exigido. Os dois primeiros estipulam um mínimo de cobertura de US$ 10,8 mil e US$ 40 mil, respectivamente. Para destinos da América do Sul, Central e Caribe, não é exigido, mas altamente recomendado ter um seguro saúde.

Para a Europa, os países que fazem parte do Tratado de Schengen estabelecem como requisito para entrada um seguro viagem com cobertura para assistência médica no valor mínimo de € 30 mil.

Já para os países da Ásia, Oceania e África não é obrigatório a contratação de um seguro viagem, mas ainda assim é muito importante não deixar esse item de fora.

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