Festas

Receita de Bicoitinho de Natal para fazer com as crianças

Com as crianças em férias e ávidas por atividades, que tal colocar a mão na massa e levar todo mundo para a cozinha para fazer biscoitinhos de Natal?

cozinhando com crianças

Além de ser um estímulo para eles conhecerem diferentes ingredientes, os biscoitinhos ainda podem virar lembrancinhas de Natal para amigos e familiares!

Quem me acompanha no blog sabe o valor que dou para comemorações afetivas e lembranças personalizadas de “faça você mesmo”. Acho que tem um significado muito mais especial quando é feito por você (feito pelas crianças então, o valor sentimental é multiplicado).

Mas na cozinha não me arrisco muito não! Então, para não ter erro, vou compartilhar aqui a receita elaborada pela culinarista e nutricionista Cinthya Maggi para a Castelo Alimentos:

receita de biscoitinhos de natal

Ingredientes

½ xícara (chá) de Azeite de Oliva Castelo

1 ovo

¼ xícara (chá) de Vinagre de Maçã 100% Natural Castelo

½  xícara (chá) de açúcar mascavo

1 colher (chá) de gengibre em pó

1 colher (chá) de canela em pó

1 colher (café) de cravo em pó

1 colher (chá) de essência de baunilha

1 colher (chá) de fermento em pó

Cerca de 2 xícaras (chá) de farinha de trigo

Cobertura

150g de chocolate branco

Gotas de corante de alimentos verde, próprio para chocolate

4 colheres (sopa) de cerejas em calda picadas

Preparo

Misture o Azeite de Oliva, o ovo, o Vinagre de Maçã, o açúcar mascavo, o gengibre em pó, a canela em pó, o cravo em pó, a essência de baunilha e o fermento em pó. Adicione a farinha de trigo até ficar uma massa firme que desgrude das mãos. Coloque em uma tigela, cubra com filme plástico e deixe descansar 20 minutos.

Abra a massa em mesa enfarinhada em espessura média e corte os biscoitos com o auxílio de cortadores da sua escolha. Coloque em uma assadeira untada e asse em forno médio (200◦C), pré-aquecido, por cerca de 20 minutos ou até ficar firme e dourado. Retire e espere esfriar.

Corte o chocolate em pedaços e coloque em um refratário. Leve ao fogo em banho-maria até derreter bem. Adicione aos poucos o corante ao chocolate até obter o tom desejado. Coloque em um saco plástico, corte a ponta e enfeite os biscoitos a gosto. Enfeite com as cerejas picadas e deixe esfriar bem antes de embalar os doces.

Dica: certifique-se que o corante usado é próprio para chocolate (veja na embalagem) e não à base de água como é comum. Se usar este tipo, o chocolate vai endurecer e ficar com textura granulada.

Rendimento: 40 unidades

Tempo de Preparo: 60 minutos

Saúde & Alimentação

Meu filho não come! Dicas para ajudar na alimentação das crianças

meu filho não come vegetais

Alimentação das crianças é sempre um assunto interessante! Que mãe nunca ficou preocupada com o filho, que come pouco ou com a filha que passou a ser seletiva e exigente demais na hora da alimentação?

Aqui em casa estamos numa fase até que boa, digamos assim. Aos poucos meus filhos estão se interessando mais por saladas e legumes. O meu filho mais velho, de 5 anos, ama frutas, mas por outro lado decidiu que não gosta mais de feijão. Já a filha caçula come feijão, mas não gosta de experimentar frutas novas.

No último final de semana rolou o Descomplica Mãe, evento materno do qual tive a honra de ser uma das blogueiras embaixadoras. Durante todo o dia palestrantes de diversas áreas participaram do talk show comandado pela jornalista e apresentadora Mariana Ferrão.

Uma das convidadas foi a nutricionista Maria Luiza Petty, autora do livro “Lugar de Criança é na Cozinha”, que nos ensinou muito sobre alimentação infantil. Tenho certeza que as dicas que ela passou na palestra poderão te ajudar em casa também!

Maria Luiza Petty

Em primeiro lugar: Malu Petty explicou que o gosto pelo sabor doce e a aversão pelo amargo/ azedo é inato. Ou seja, já faz parte das crianças. Por isso, temos que ensinar os pequenos a gostarem de amargo e azedo – folhas, frutas e verduras. E como fazer isso?

A nutricionista afirma que uma das melhores formas de despertar o interesse da criança pelos alimentos é levar a criança para a cozinha. Mas não com a obrigatoriedade de comer. “Para cozinhar, a criança pode espontaneamente entrar em contato e experienciar o alimento sob diversas formas, isto é, sentir a textura, o cheiro, realmente mexer e se aproximar do alimento”, disse em sua apresentação.

Malu Petty diz que o processo de familiarização do alimento é mais importante do que comer. Fazer as crianças participarem da escolha e da compra dos alimentos na feira e no mercado também ajudam nessa familiarização.

Outra dica que a Malu Petty deu foi em relação ao exemplo que nós damos. Ou seja, se quiser que o filho coma um prato cheio de “verdinhos”, coma também. Se quiser oferecer uma fruta de lanchinho, dê também o exemplo e coma as mais diversas frutas. As refeições em família têm um peso enorme nessa mudança de hábito. De acordo com a nutricionista, sentar-se com os pais na hora do almoço ou jantar dá a oportunidade para a criança observar e aprender com eles. Porque não adianta você ter uma refeição super saudável e balanceada, mas seu filho não vê o que você come.

A Malu Petty apresentou uma tabela com algumas tarefas que as crianças podem fazer na cozinha, e desta forma se aproximar mais dos alimentos e das refeições.

Maria Luiza Petty

E para quem já passou pelo mesmo problema que eu aqui em casa (quando meu filho decidiu que não gosta mais de feijão), a dica é: não force, mas também não deixe de oferecer.  Expus o meu caso para a Malu Petty durante a palestra e ela me respondeu. Vejam o vídeo abaixo:

Dá trabalho levar o filho para a cozinha? Dá. Faz sujeira? Ô! É difícil adaptar-se ao horário de refeição das crianças? Muito! Pelo que eu entendi, estamos falando de pequenos sacrifícios mesmo (para quem, assim como eu, não faz nada disso e reclama que o filho não gosta de alface hahah). Mas vale a pena para mudar os hábitos alimentares dos filhos, não é? Importante ressaltar que essas atitudes – levar a criança para a cozinha, dar o exemplo, fazer a criança se familiarizar com o alimento etc – não devem ser pontuais. Deve tornar-se parte da rotina para fazer algum efeito.

Casa & Decoração

Adeus inverno: como guardar roupas de frio, mantas e cobertores

Foto: pexels

Foto: pexels

O inverno foi embora, dando lugar à amada primavera. E o calorzinho (que logo mais será calorão) já está dando as caras, pelo menos aqui em São Paulo.

Oba, então sabe o que já podemos fazer? Tirar de circulação as mantas, os cobertores e as roupas de frio! Vamos guardar tudo, gente! E que venham os tecidos leves, os vestidinhos e os biquinis! Eu sempre faço esse rodízio de roupas na troca de estação porque não tenho muito espaço no meu guarda-roupa e nem no das crianças. E vamos combinar que roupa de frio ocupa muuuito espaço, né?

Mas antes de tudo, LAVE todas as roupas que irá guardar. Por que?

Conversei com Ricardo Monteiro, Gerente Operacional da Quality Lavanderia e ele explicou tudo:

Porque ao utilizar as roupas durante o inverno, elas adquirirem vários tipos de sujeiras (pó, poeira, poluição, migalhas de alimentos, açúcares, etc) que atraem traças e acabam também tendo uma proliferação acentuada de ácaros, os quais vão se multiplicar ainda mais se não lavarmos”.

lavar roupas

Também conversei com a Carla Picoli, personal organizer, que deu várias dicas de quais as melhores formas de armazenar esse monte de roupa! “Na hora de guardar, vá para a parte mais alta dos seus armários, em maleiros ou em espaços sem uso. O importante é abrir espaço nas partes mais baixas para peças em uso na atual estação”, afirma.

1.    Categorize as peças como, casados de lã grossos, os mais finos, moletons, jaquetas, cobertores, mantas e edredons. Uma dica é deixar para fora algumas blusas de meia estação, para uma leve mudança de tempo ou mesmo algum imprevisto.

roupas de la

2.    Guarde em bags de TNT, organza ou a vácuo. Nunca em plásticos, eles abafam e danificam suas peças. As roupas precisam respirar, por isso é importante ser de tecido e não só plástico.

3.    Os sacos a vácuo são ótimos para quem quer mais espaços, é só seguir as instruções corretas de uso do fabricante e você terá mais espaços pois o volume é bem menor depois de comprimido. Esses sacos você encontra em hipermercados e em vários tamanhos.

4.    Use anti-mofos dentro das embalagens (você encontra em supermercados) ou você pode usar os cuidados caseiros: coloque em saquinhos de organza “giz” branco, aquele de quadro negro. Ele absorve a umidade dentro das embalagens.

5.    Folhas de louro dentro das embalagens afastam aqueles indesejáveis bichinhos. Os ácaros, os fungos, os mofos e as traças gostam de lugares abafados, escuros e úmidos.

6.    No final identifique com adesivos cada embalagem para, caso precisar de alguma peça, já saber em qual pegar. Caso você queira guardar por pessoa coloque o nome, fica bacana também. As peças delicadas, mais finas ou com aplicações e bordados você pode usar um pedaço de TNT entre as peças, evitando contato entre elas.

7.     Falando das jaquetas, principalmente as de couro e sintéticos, jamais guarde-os dobrados e embalados, mantenha-os sempre pendurados em cabides, se possível use capas em TNT para protegê-los da poeira.