América do Norte

Encontrando o Mickey Mouse na Disney

Em 18 de novembro, Mickey Mouse, o camundongo mais amado do planeta completou 90 anos!!

Nem preciso dizer que ele é o personagem principal da Disney e por isso muitos se emocionam ao encontrar e tirar fotos com ele nos parques.

O encontro com o personagem, conhecido como Meet & Greey, pode ser reservado com o fast pass (espécie de “fura fila” da Disney). Esse Mickey do Magic Kingdom (na Town Square Theater na Main Street) era o único que falava! Era, porque desde maio deste ano ele não fala mais por uma decisão técnica do parque. Quando fomos pra lá, ele elogiou a minha camiseta rs Muito fofo!!

E não é só no Magic Kingdom que você encontra o Mickey, não. Ele também pode ser encontrado (e com hora marcada) no Animal Kingdom com roupa de safári <3 Ele também está em outros parques, como Epcot, Hollywood Studios e em determinados resorts e restaurantes para quem marca refeições com os personagens. Na minha opinião, não tem como ir pra Disney e não tirar uma foto com o Mickey!

Clique e confira a oferta do Hotel Urbano para a Disney

E a Disneyland?

Quando se fala em Disney pensamos logo no parque Magic Kingdom em Orlando, na Flórida. Mas você sabia que o primeiro parque de Walt Disney é a Disneyland (Disneylândia pra nós) em Anaheim, na Califórnia? Ele não foi apenas o primeiro parque, como também foi o único a ser planejado e projetado por Walter Elias Disney (sim sim, esse é o nome de Walt Disney, o homem que fundou uma das maiores empresas do mundo). Na Disneyland tem o castelo também, mas não é o da Cinderela, como em Orlando, e sim da Bela Adormecida. .

Estando lá, uma das fotos mais icônicas para se tirar é em frente à estátua de Walt Disney de mãos dadas com seu principal personagem, o Mickey, que completa 90 anos hoje! Em 1995 essa estátua, que se chama “Partners” (parceiros), foi recriada para o Magic Kingdom, em 98 para a Disneyland de Tokio, em 2001 para Walt Disney Studios e em 2002 para a Disneyland Paris.

Leia também:

Dicas de como montar um roteiro para a Disney

Viagem para a Disney: existe idade ideal?

Clique e confira a oferta do Hotel Urbano para a Disney

.

Destinos

Dicas de como montar um roteiro para a Disney

Planejar uma viagem pode ser um pouco trabalhoso, mas vale muito a pena, pois as férias podem ser bem mais proveitosas! O planejamento da nossa viagem para a Disney começou com cerca de 8 meses de antecedência, entre a decisão (OK, vamos pra Disney!! uhuuu), compra das passagens, burocracia de passaporte e vistos, definição e reserva de hotel, compra dos ingressos e finalmente a ida!

Fomos em um grupo de amigos (além de nós, mais 2 famílias com filhos da mesma idade) e isso demandou também uma atenção maior, já que as datas e expectativas tinham que estar alinhadas!

O roteiro do planejamento foi assim:

  • Definição de datas
  • Passagens
  • Passaportes e vistos
  • Hotel
  • Ingressos e jantares dentro da Disney
  • Roteiros de parques

Quando ir para a Disney

Para saber a melhor época para viajar para a Disney descobri um site ótimo chamado Undercover Tourist, que vende ingressos para todos os parques de Orlando e ainda mostra o “Crowd Calendar”, um calendário que aponta os melhores e os piores dias de visitação dos parques. Neste calendário estão relacionadas algumas datas que interferem na lotação dos parques, como feriados, eventos internos e temporadas de férias. O calendário é bem intuitivo e dá para entender mesmo não sendo fluente em inglês.

Também já tínhamos excluído de cara a ideia de viajar para os EUA durante a temporada de furacões do Atlântico, que atinge principalmente os EUA e as ilhas do Caribe. Segundo o portal consular do Itamaraty, a época de furacões vai de 1° de junho a 30 de novembro de cada ano. Visto isso, decidimos viajar em abril para a Disney e foi uma decisão acertadíssima! Por outro lado, já li relatos que o mês de setembro é ótimo para ir porque é super vazio…

Passagens e pacotes

Nós fizemos todas as reservas separadamente, mas se você prefere comprar um pacote já fechado com passagem, hospedagem e ingressos, recomendo checar as ofertas para a Disney com o Hotel Urbano, agência online de viagens parceira do blog. Eles estão sempre com ótimas promoções de aéreo + hospedagem!

Clique e confira as ofertas do Hotel urbano

Como na época que viajei não tinha uma promoção bacana com essa, acabamos comprando tudo separadamente mesmo.

Se você quiser fazer um comparativo no valor das passagens com outras companhias, recomendo o Submarino Viagens, que apresenta as melhores tarifas das companhias aéreas e tem um sistema de busca super inteligente para encontrar o voo que se encaixa no que você precisa! As passagens no Submarino Viagens podem ser parceladas em até 12 x sem juros.

Hotel na Disney

Nos hospedamos em um hotel dentro do complexo Disney. Ficamos na linha de hotéis mais “barata” da rede, que é o All Star (o nosso era o All Star Music Resort). A reserva do hotel, assim como a compra de todos os ingressos dos parques Disney foi feita pelo site disneyworld.disney.go.com (algumas opções são inválidas se você entrar na versão brasileira do site, então sugiro entrar na versão americana. Basta ir no topo da página e alterar para “English”).

A vista da piscina do All Star Music Resort

Para quem não vai viajar com pacote fechado e quer pesquisar outros hotéis fora do complexo Disney em Orlando, recomendo fazer a reserva pelo Hotel Urbano ou pelo Booking.com. São dois sites que já usei e uso bastante! 

Mas voltando ao site da Disney. Mesmo se hospedando fora do complexo Disney, faça o cadastro no site (é necessário um cartão de crédito internacional) para agendar um monte de coisa, como os fast pass (“fura-fila” dos brinquedos) e as refeições com os personagens. Marcamos duas: um café da manhã no Hollywood & Vine com os personagens do canal Disney Jr (Princesinha Sofia, Dra Brinquedos, Jake e os Piratas da Terra do Nunca) e o tão concorrido jantar no Castelo da Cinderela (Cinderella’s Royal Table). Marcamos esse jantar com 5 meses de antecedência e quase não conseguimos mais horário! Falarei mais sobre o Castelo da Cinderela em um próximo post!

No app My Disney Experience (disponível para Android e IOS) também é possível agendar as refeições, assim como os fast pass.

Os parques

Fizemos a compra dos ingressos para os parques juntamente com a reserva do hotel no complexo Disney. Mas esses ingressos também podem ser adquiridos através de agências e operadoras no Brasil e muitos oferecem condições especiais, como parcelamento (o que não é o caso quando você compra pelo site da Disney). Pesquise bastante a idoneidade da agência que irá te vender. Na agência online Hotel Urbano, por exemplo, tem pacotes de ingressos para os parques da Disney e pode ser parcelado em até 12x sem juros.

Sobre o roteiro, não foi fácil montar a ordem dos parques. Para o planejamento, consultei muito o site Vai Pra Disney e o grupo do Facebook Coisas de Orlando. A maioria das pessoas recomenda assim: 1 dia de parque – 1 dia livre – 1 dia de parque – 1 dia livre e assim sucessivamente para poder descansar dos dias de parque, principalmente com crianças. Mas a gente não tinha tantos dias assim em Orlando e, portanto, foi parque atrás de parque! Não achamos exaustivo. Não ficávamos até o parque fechar. Respeitamos o tempo das crianças. E todo mundo ficou feliz!

Tem um post aqui no blog que eu falei justamente sobre as crianças na Disney, sobre como lidamos com os brinquedos e as atrações que eles não podiam ir e se existe idade ideal para viajar para a Disney. Do Brasil, eu já tinha todo o roteiro pronto da maioria das atrações que iríamos em cada parque. Pesquisei antes os brinquedos mais legais, assim como a altura mínima para descartar qualquer perda de tempo ou frustração com as crianças dentro do parque. Assim o nosso tempo foi totalmente otimizado!

Nos parques da Disney (Magic Kingdom, Hollywood Studios, Epcot e Animal Kingdom), não deixe de marcar o Fast-Pass, que é tipo o “fura-fila” dos brinquedos. Por exemplo, enquanto um brinquedo super concorrido estava com 1h30 de fila, com o fast pass marcado ficamos apenas 20 minutos e às vezes até menos.

Roteiro de parques e passeios em Orlando

Reservei o primeiro dia de viagem para compras de 1ª necessidade no WalMart: água, petiscos/ comidinhas para guardar no hotel e para levar para os parques, protetor solar, além de itens pessoais. Também compramos um carrinho estilo guarda-chuva para o Teodoro no WalMart por U$ 26! O carrinho da Alice nós levamos do Brasil mesmo (que também era guarda-chuva).

Lembrando mais uma vez que consultei muito o Crowd Calendar do site Undercover Tourist que mostrava os dias mais lotados de cada parque.

Nossa programação ficou assim:

Sexta-feira (chegada à tarde): Disney Springs à noite

Sábado: Wal Mart/ piscina do hotel/ Disney Springs – jantar T-Rex

Domingo: Universal Studios/ jantar HardRock Café

Segunda-feira: Hollywood Studios

Terça-feira: Magic Kingdom/ jantar Castelo da Cinderela

Quarta-feira: Magic Kingdom

Quinta-feira: Legoland

Sexta-feira: Animal Kingdom/ almoço no Rainforest Café

Sábado: dia livre para descansar, fazer compras e curtir o hotel

Domingo: check out

Ou seja, ao todo foram 10 dias em Orlando muuuito bem aproveitados. No domingo, último dia, fomos de carro para Miami, onde ficamos por mais 6 dias!

Também preparei outro post sobre os restaurantes mais legais para ir com as crianças nos EUA, incluindo o jantar com as princesas no castelo da Cinderela!

No Instagram, acompanhe as fotos de viagens em família usando a #TodasAsMaesEmViagem

Leia também:

Viagem para a Disney: qual a idade ideal para levar os filhos?

Itens de farmácia que valem a pena comprar nos EUA para crianças

Clique e confira a oferta do Hotel Urbano para a Disney

Clique e confira as ofertas do Hotel urbano

América do Norte

5 dias em Vancouver e os melhores passeios da cidade com crianças

Esse é o último post sobre a viagem que fizemos em família em pleno verão canadense. Vancouver foi a última etapa de uma viagem incrível no Canadá que começou em Calgary e passou por uma road trip pelas montanhas rochosas a bordo de um motorhome.

Planejando a viagem de motorhome

Como é viajar de motorhome pelas montanhas rochosas no Canadá

1ª parte da viagem: roteiro de 1 dia em Calgary

2ª parte da viagem: roteiro de 7 dias pelas Montanhas Rochosas

3ª parte da viagem: roteiro de 5 dias em Vancouver (você está lendo este)

Foto: arquivo pessoal

É importante dizer que estávamos exaustos quando desembarcamos em Vancouver e tudo o que precisávamos era de um chuveiro forte e quente, além de uma cama macia e espaçosa de hotel. Portanto, se está planejando também uma viagem que inclui motorhome e hotel, vai por mim: deixe a etapa do hotel por último,como nós fizemos. Sair de uma road trip para encarar logo em seguida horas de avião na volta para o Brasil fica beeem puxado!

Chuveiro quente e uma cama macia de hotel: tudo o que precisávamos depois da nossa aventura de motorhome. Foto: arquivo pessoal

Acho que 5 dias em Vancouver foi suficiente e poderia ter sido até menos, já que o nosso dinheiro já estava no osso e todos nós estavámos muito cansados. Alguns passeios que tínhamos um certo interesse ficaram de fora, como vôo de hidroavião, passeio de barco para avistar as baleias, bate e volta para a ilha de Vitória e até um dia em Seatlle (que fica a 230 km de Vancouver, em Washington, nos EUA. Dá para ir de carro ou de trem). Ainda que esses passeios tenham ficado de fora, batemos muita perna por Vancouver e deu para aproveitar bastante.

Leia os posts anteriores sobre a viagem para o Canadá:

Planejando a viagem de motorhome

Como é viajar de motorhome pelas montanhas rochosas no Canadá

1a parte da viagem: 1 dia em Calgary

7 dias nas Montanhas rochosas no Canadá: roteiro detalhado

Roteiro em Vancouver

Depois de devolver o motorhome na sede da CanaDream, em Calgary, fomos de táxi até o aeroporto para pegar o vôo para Vancouver, com menos de 2 horas de duração. Fomos de Air Canadá e fiquei bem satisfeita com a cia aérea. No aeroporto em Vancouver fomos direto para um quiosque de informações turísticas e fomos recebidos muito bem! Nos deram um mapa da cidade e nos explicaram que a cidade é dividida por zonas. Para pegar um táxi, paga-se uma taxa fixa de acordo com a zona que você vai. Nós pagamos CAD 30 (CAD = dólar canadense) para chegar até o nosso hotel. Os nossos dólares canadenses tinham acabado e tínhamos levado também alguns dólares americanos para a viagem. Trocamos dentro do aeroporto mesmo.


Atenção: não existe Uber em Vancouver (apenas Uber Eats). Em um bate papo rápido com um taxista, ele nos contou que foi e continua sendo uma briga forte para não deixarem a Uber atuar na cidade. Dei uma pesquisada e de fato existe uma proibição até setembro de 2019 de empresas de carona, como a Uber, de servir a população. Porém, também li notícias de tentativas de acordos para o app passar a atender na cidade.

Usamos táxi somente para o trajeto do aeroporto – hotel. No restante dos dias, o transporte público foi muito eficiente – tanto o ônibus quanto o Skytrain (metrô que percorre trilhas elevadas na maior parte do percurso – será que Levy Fidelix se inspirou nele quando pensou no aerotrem? Rsrs).

Localização – o bairro de Gastown

Pesquisei bastante antes de decidir a localização do hotel e optamos por nos hospedar em Gastown, bairro mais antigo da cidade e que fica na região central de Vancouver.  Gastown tem uma história cheia de personalidade e charme. Foi promovido a Patrimônio Histórico Nacional em 2009.

Um dos destaques do bairro é a estátua de Gassy Jack, fundador do primeiro pub do centro de Vancouver e onde todo o bairro começou. Gastown é um bairro cheio de pubs e restaurantes, lojas e construções antigas com uma arquitetura vitoriana (sério, lembrei muito de Londres lá).

A estátua de Gassy Jack, o fundador do bairro de Gastwon

Um bairro muito democrático, com todo tipo de comércio e pessoas! Um lugar onde lojas pomposas dividem a calçada com brechós; turistas, locais, artistas e moradores de rua fazem parte da mesma pintura. Foi a melhor decisão nos hospedar em Gastwon. Tudo isso sem contar com a facilidade: à noite bastava caminhar poucos quarteirões para chegar na rua Water Street e escolher o restaurante para jantarmos. É aquele bairro gostoso, cheio de vida, bom de se explorar à pé, tando de dia quanto à noite.

 

Artistas de rua na Water Street em Gastown. Foto: arquivo pessoal

Brechós estilosos dividem a calçada com lojas moderninhas. Foto: arquivo pessoal

Pintores em Gastown. Foto: arquivo pessoal

Os becos de serviços em Gastown com o Lookout Tower ao fundo. Foto: arquivo pessoal

Os becos de serviços em Gastown com o Lookout Tower ao fundo. Foto: arquivo pessoal

É na Water Street também que fica o Steam Clock, relógio a vapor (na esquina com a rua Cambie) que apita a cada 15 minutos. Nada de muuuito especial, mas saibam que existem pouquíssimos relógios à vapor no mundo.

O momento exato do relógio a vapor apitando! Foto: arquivo pessoal

Ali pertinho fica o Lookout Tower Vancouver, uma torre que oferece uma vista panorâmica da cidade a 168 metros de altura. Não subimos porque já tínhamos ido ao Calgary Tower na primeira parte da viagem.

Steam Clock, na Water St, em Gastown: um dos poucos relógios a vapor no mundo. Foto: arquivo pessoal

Em Vancouver ficamos hospedados no Victorian Hotel, charmosíssimo, instalado em um prédio com mais de 100 anos de construção. Ele não só tem ares de hotel retrô: ele É retrô! (rs). O quarto é bem espaçoso e muito confortável. Atenção na hora de reservar, pois alguns quartos deste hotel não têm banheiro e, neste caso, é necessário usar os banheiros compartilhados (que entrei e achei super limpos).

O charmoso e centenário prédio do Victorian Hotel, em Gastwon. Foto: arquivo pessoal.

Para quem ficar em Gastown, dicas de restaurantes que fomos: The Old Spaghetti Factory, que apresentou o melhor custo benefício (jantamos lá por duas noites).

1º dia – Stanley Park, Aquário e Second Beach

Em todos os lugares que você pesquisar sobre atrações em Vancouver, é fato que Stanley Park estará como sugestão. Pudera, é o primeiro parque da cidade e maior de Vancouver. Para chegar, pegamos apenas 1 ônibus partindo de downtown (CAD 2,95 adulto e CAD 1,90 criança). Focamos nosso passeio em duas atrações que ficam dentro do parque: o Aquário de Vancouver e a praia Second Beach.

O impressionante tanque das águas vivas no Aquário de Vancouver. Foto: arquivo pessoal.

O aquário vale muito a visita, as crianças adoraram! Tinha até treinamento aberto de golfinhos e leões marinhos. Na área interna, os tanques com caravelas e águas vivas são tão lindos que impressionam! Lá dentro tem um área kids para as crianças brincarem de biólogos e cuidarem dos animais marinhos de pelúcia!

Leões marinhos na área externa do Aquário de Vancouver. Foto: arquivo pessoal

Área kids dentro do Aquário de Vancouver: espaço de aprendizado e brincadeiras. Foto: arquivo pessoal

Saindo do aquário, seguimos o passeio a pé até a praia Second Beach, ali mesmo dentro do Stanley Park. A praia em si não tinha nada demais e não era nada atraente. Mas foi um passeio legal porque tinha playground e uma piscina pública (Second Beach Pool) que, apesar de ser pública, cobra uma taxa de CAD 6,10 adultos e CAD 3,07 crianças). Com o calorzinho que estava fazendo, óbvio que as crianças quiseram entrar (estávamos preparados e levamos roupas de banho e toalha).

Passeio pelo Stanley Park para chegar até a Second Beach. Foto: arquivo pessoal

A taxa de entrada para a piscina de Second Beach. Foto: arquivo pessoal

Verão em Vancouver na piscina pública de Second Beach. Foto: arquivo pessoal

A praia de Second Beach. Foto: arquivo pessoal

À noite, jantar no The Old Spaquetti, na Water St., em Gastown.

2º dia – Granville Island

Foto: arquivo pessoal

O Granville Island é uma península que dá para chegar de carro/ ônibus pela ponte ou então pegar um AcquaBus e atravessar o False Creek (tem esse nome “Rio falso” porque apesar de parecer um rio, é o mar).

False Creek (rio falso) em Granville Island. Foto: arquivo pessoal

É o tipo de passeio que dá para fazer no dia inteiro: todo descolado, possui, além do Public Market (tipo o nosso Mercadão, com barracas de comidas, frutas etc), muitos restaurantes (de peixes nhammm), lojas de artesanato local, galerias de arte, parquinho e uma cervejaria.

Por dentro do Public Market em Granville Island. Foto: arquivo pessoal

Também conhecemos o Kids Market, uma espécie de galeria com algumas lojas e brinquedos eletrônicos. Sinceramente não achei nada demais…apenas um lugar extremamente barulhento. O preço das roupas e brinquedos não eram convidativos.

O colorido do Kids Market. Foto: arquivo pessoal

Em Granville até uma fábrica de cimentos vira arte! Obra dos brasileiros Os Gêmeos. Foto: arquivo pessoal

Almoçamos no Edible Canada Bistro, um restaurante que já havia lido algumas boas indicações na internet e foi super aprovado por nós! Como chegamos de ônibus, o nosso retorno foi de barquinho para mudar a rota.

O Acqua Bus, a balsa para pedestres para atravessar o False Creek. Foto: arquivo pessoal

Depois decidimos voltar para o hotel à pé mesmo para conhecer a região. Google Maps e uma internet ilimitada é essencial para esse tipo de orientação.

À noite, jantar no Pourhouse Restaurant, na Water Street. Quem acompanha o perfil do Todas as Mães no Instagram viu a história do meu prato que pedi neste restaurante, que foi bem engraçado! Moooorta de fome, pedi um “cauliflower steak”, crente que viria uma carne (o “steak”) com couve flor (cauliflower). Um prato com bastante SUSTÂNCIA e uma verdura pra equilibrar o prato. Qual não foi a minha surpresa quando chegou um couve flor – e apenas um couve flor – assado? O cauliflower steak significa “bife de couve flor” e não “bife COM couve flor”, como eu supus. Por pouco, muito pouco mesmo, não chamo o garçom e pago o micão de perguntar “hey man, where is the meet?” Depois descobri que cauliflower steak é um prato super conhecido (que esqueceram de me avisar). Basta ver a #cauliflowersteak. No final das contas, o bife de couve flor estava uma delícia e super saciou a minha fome!

Um dos vários stories que fiz no perfil do Instagram. Segue lá: @Todasasmaes

3º dia – Capilano Suspension Bridge

Não tem como ir a Vancouver e não visitar a Capilano Suspension Bridge! Trata-se de uma ponte suspensa que atravessa o rio Capilano. Depois da ponte também tem outra parte do passeio formada por passarelas penduradas acima da floresta e outra passarela cravada no precipício.

Achei que a essa altura do campeonato, depois de passar por 2 plataformas com piso de vidro (a primeira no Calgary Tower e a segunda no Skywalk Glacier na Icefields Parkway), eu não teria medo de uma “simples ponte”. Vou te falar que deu vontade de desistir assim que pisei nessa ponte suspensa que fica a 70 m acima do rio e tem 140 m de comprimento. O medo ficou por conta dos adultos mesmo, porque as crianças não esboçaram receio em momento algum.

A ponte suspensa de Capilano, com 140 metros de comprimento. Tem coragem? Foto: arquivo pessoal

Me sentindo em Indiano Jones e o Templo da Perdição 😉 Foto: arquivo pessoal

Me senti no filme Indiana Jones e o Templo da Perdição (cena inesquecível da ponte). Havia muita gente (mesmo com o controle da quantidade de pessoas que passa por ela) e balançava horrores. A cada pessoa que parava no meio da ponte pra tirar foto ou a cada criança (inclusive as minhas) que davam pequenos pulos, eu suava frio. Mas valeu o passeio!

Para chegar no parque, pegamos um shuttle na esquina com a rua Homer com a Robson, em downtown. O lugar é lindo e totalmente cercado pela natureza. Tem restaurante, banheiros e lojinha. Logo na entrada, pegue o mapa/ passaporte do parque. Em cada atração há uma espécie de máquina que carimba o seu mapa, provando que você esteve ali. São 6 lugares para passar. Claro que fiz questão de carimbar a minha passagem pela Capilano Suspension Bridge, né?

Charme até n shuttle que nos levou para o Capilano Suspension Bridge Park. Foto: arquivo pessoal À noite, jantar no The Old Spaquetti, na Water Street, em Gastown.

4º dia – Gastown

No nosso quarto dia, confesso que foi bem pacato (só lembrando para quem não leu todos os posts: viemos de uma viagem de 2 dias em Calgary + 7 dias em um motorhome pelas montanhas rochosas). As crianças não aguentavam mais sair para passear… Nosso ritmo estava bem lento, quase parando (rs)… Tiramos esse dia para explorar o bairro de Gastown, onde estávamos, a pé.

Piano em uma praça de Gastown. Foto: arquivo pessoal

Almoçamos no Steamworks Brew Pub, na Water St, bem ao lado da Waterfront Station, que é o principal terminal de trânsito de Vancouver. É de lá que saem SkyTrain, Canada Line (ligando o Aeroporto YVR a Vancouver e Richmond) e o SeaBus (balsa de passageiros para North Vancouver).

Voltamos para o hotel para descansar e arrumar as malas. A ideia de hoje era não se cansar muito, já que no dia seguinte seria bem punk! Isso porque o check out do hotel era às 11h da manhã, mas o nosso vôo seria somente às 21h (tendo que chegar no aeroporto pelo menos às 18h).

5º dia – Queen Elizabeth Park

Último dia de Vancouver. Check out do hotel às 11h. Tomamos um café da manhã, entregamos o quarto, deixamos as malas na recepção do hotel e fomos bater perna por Vancouver. Nosso vôo era somente às 21h.

Para reforçar o café, uma passada no Tim Hortons, um fast food de cafés, donuts e bolinhos. É fácil achar, tem praticamente um em cada esquina.

Tim Hortons: um em cada esquina!

Seguimos a pé por Downtown (eu não falei que batemos perna pra caramba?) e então me deparo com um beco topo pintado de rosa. cheia de grafismos modernos. Parei pra tirar foto, lógico! E foi então que descobri que se tratava do “Pink Alley” (beco rosa), praticamente uma atração turística da cidade (descobertas que a gente faz só caminhando mesmo). A ideia desta intervenção urbana é de o local deixar de ser apenas um beco para serviços de lixeiras e veículos e se transformar em um espaço de convivência. Nem preciso dizer que deu super certo, né? Procure no Instagram a #pinkalley e verá!

Foto obrigatória no Pink Alley em downtown.

Depois pegamos um ônibus com destino a Queen Elizabeth Park, um dos mais lindos da cidade. O parque fica no ponto mais alto de Vancouver, a 152 metros acima do nível do mar, oferecendo uma vista espetacular. No dia que fomos estava nublado, mas ainda assim a paisagem impressionou. A fonte de águas dançantes, logo ao lado do Conservatório, agradou as crianças, que passaram um bom tempo correndo em sua volta tentando sincronizar suas passadas com os jatos de água 😉

A fonte de águas dançantes no Queen Elizabeth Park. Foto: arquivo pessoal

Não entramos no Conservatório (uma atração paga), mas nos deslumbramos com os jardins do parque. Plantas e flores milimetricamente posicionadas, formando um conjunto tão lindo e harmonioso, que ficou difícil não tirar dezenas de fotos ali. O principal jardim é o Quarry Garden, construído em uma antiga pedreira.

A vista panorâmica da cidade do alto do Queen Elizabeth Park. Foto: arquivo pessoal

Jardim do Queen Elizabeth Park. Foto: arquivo pessoal

Voltando para Gastown, o estádio BC Place, casa do time de futebol Whitecaps FC, estava no nosso caminho e resolvemos dar uma paradinha. Coincidentemente iria começar uma partida de futebol, mas para a gente não dava. Pasmem no valor do bilhetes: 60 dólares por pessoa para ver New York Redbull x Whitecaps.

BC Place, casa do Whitecaps, em Gastown. Foto: arquivo pessoal

Para finalmente encerrar a viagem, terminamos o nosso passeio em um pub em frente ao estádio comendo um dos pratos mais famosos de Vancouver: o poutine, que leva batata frita, queijo e molho. Não tem como ir a Vancouver e não experimentar um poutine!

Já era fim de tarde e o dia havia sido muito proveitoso! Voltamos para o hotel, pegamos nossas malas e seguimos até o aeroporto para embarcar de volta para casa. E como em qualquer viagem, trouxemos de volta no coração e na memória as melhores lembranças e recordações de férias em família!

Não deixem de ler os outros posts dessa aventura no Canadá com crianças!

Planejando a viagem de motorhome

Como é viajar de motorhome pelas montanhas rochosas no Canadá

1ª parte da viagem: roteiro de 1 dia em Calgary

2ª parte da viagem: roteiro de 7 dias pelas Montanhas Rochosas

3ª parte da viagem: roteiro de 5 dias em Vancouver (você está lendo este)

Organize sua viagem:

Para pacotes de aéreo + hospedagem, recomendo o Hotel Urbano

Para reservar hotéis e acomodações, recomendo o Booking.com

Para passagens aéreas, recomendo o Submarino Viagens

Para ingressos de tours e atrações turísticas, recomendo o Get your Guide

Para seguro viagem, recomendo o Seguros Promo

A cada reserva feita por esses links, ganho uma pequena comissão. Você não paga nada a mais por isso e ainda me ajuda a manter este blog 😉