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5 dias em Vancouver e os melhores passeios da cidade com crianças

Esse é o último post sobre a viagem que fizemos em família em pleno verão canadense. Vancouver foi a última etapa de uma viagem incrível no Canadá que começou em Calgary e passou por uma road trip pelas montanhas rochosas a bordo de um motorhome.

Planejando a viagem de motorhome

Como é viajar de motorhome pelas montanhas rochosas no Canadá

1ª parte da viagem: roteiro de 1 dia em Calgary

2ª parte da viagem: roteiro de 7 dias pelas Montanhas Rochosas

3ª parte da viagem: roteiro de 5 dias em Vancouver (você está lendo este)

Foto: arquivo pessoal

É importante dizer que estávamos exaustos quando desembarcamos em Vancouver e tudo o que precisávamos era de um chuveiro forte e quente, além de uma cama macia e espaçosa de hotel. Portanto, se está planejando também uma viagem que inclui motorhome e hotel, vai por mim: deixe a etapa do hotel por último,como nós fizemos. Sair de uma road trip para encarar logo em seguida horas de avião na volta para o Brasil fica beeem puxado!

Chuveiro quente e uma cama macia de hotel: tudo o que precisávamos depois da nossa aventura de motorhome. Foto: arquivo pessoal

Acho que 5 dias em Vancouver foi suficiente e poderia ter sido até menos, já que o nosso dinheiro já estava no osso e todos nós estavámos muito cansados. Alguns passeios que tínhamos um certo interesse ficaram de fora, como vôo de hidroavião, passeio de barco para avistar as baleias, bate e volta para a ilha de Vitória e até um dia em Seatlle (que fica a 230 km de Vancouver, em Washington, nos EUA. Dá para ir de carro ou de trem). Ainda que esses passeios tenham ficado de fora, batemos muita perna por Vancouver e deu para aproveitar bastante.

Leia os posts anteriores sobre a viagem para o Canadá:

Planejando a viagem de motorhome

Como é viajar de motorhome pelas montanhas rochosas no Canadá

1a parte da viagem: 1 dia em Calgary

7 dias nas Montanhas rochosas no Canadá: roteiro detalhado

Roteiro em Vancouver

Depois de devolver o motorhome na sede da CanaDream, em Calgary, fomos de táxi até o aeroporto para pegar o vôo para Vancouver, com menos de 2 horas de duração. Fomos de Air Canadá e fiquei bem satisfeita com a cia aérea. No aeroporto em Vancouver fomos direto para um quiosque de informações turísticas e fomos recebidos muito bem! Nos deram um mapa da cidade e nos explicaram que a cidade é dividida por zonas. Para pegar um táxi, paga-se uma taxa fixa de acordo com a zona que você vai. Nós pagamos CAD 30 (CAD = dólar canadense) para chegar até o nosso hotel. Os nossos dólares canadenses tinham acabado e tínhamos levado também alguns dólares americanos para a viagem. Trocamos dentro do aeroporto mesmo.


Atenção: não existe Uber em Vancouver (apenas Uber Eats). Em um bate papo rápido com um taxista, ele nos contou que foi e continua sendo uma briga forte para não deixarem a Uber atuar na cidade. Dei uma pesquisada e de fato existe uma proibição até setembro de 2019 de empresas de carona, como a Uber, de servir a população. Porém, também li notícias de tentativas de acordos para o app passar a atender na cidade.

Usamos táxi somente para o trajeto do aeroporto – hotel. No restante dos dias, o transporte público foi muito eficiente – tanto o ônibus quanto o Skytrain (metrô que percorre trilhas elevadas na maior parte do percurso – será que Levy Fidelix se inspirou nele quando pensou no aerotrem? Rsrs).

Localização – o bairro de Gastown

Pesquisei bastante antes de decidir a localização do hotel e optamos por nos hospedar em Gastown, bairro mais antigo da cidade e que fica na região central de Vancouver.  Gastown tem uma história cheia de personalidade e charme. Foi promovido a Patrimônio Histórico Nacional em 2009.

Um dos destaques do bairro é a estátua de Gassy Jack, fundador do primeiro pub do centro de Vancouver e onde todo o bairro começou. Gastown é um bairro cheio de pubs e restaurantes, lojas e construções antigas com uma arquitetura vitoriana (sério, lembrei muito de Londres lá).

A estátua de Gassy Jack, o fundador do bairro de Gastwon

Um bairro muito democrático, com todo tipo de comércio e pessoas! Um lugar onde lojas pomposas dividem a calçada com brechós; turistas, locais, artistas e moradores de rua fazem parte da mesma pintura. Foi a melhor decisão nos hospedar em Gastwon. Tudo isso sem contar com a facilidade: à noite bastava caminhar poucos quarteirões para chegar na rua Water Street e escolher o restaurante para jantarmos. É aquele bairro gostoso, cheio de vida, bom de se explorar à pé, tando de dia quanto à noite.

 

Artistas de rua na Water Street em Gastown. Foto: arquivo pessoal

Brechós estilosos dividem a calçada com lojas moderninhas. Foto: arquivo pessoal

Pintores em Gastown. Foto: arquivo pessoal

Os becos de serviços em Gastown com o Lookout Tower ao fundo. Foto: arquivo pessoal

Os becos de serviços em Gastown com o Lookout Tower ao fundo. Foto: arquivo pessoal

É na Water Street também que fica o Steam Clock, relógio a vapor (na esquina com a rua Cambie) que apita a cada 15 minutos. Nada de muuuito especial, mas saibam que existem pouquíssimos relógios à vapor no mundo.

O momento exato do relógio a vapor apitando! Foto: arquivo pessoal

Ali pertinho fica o Lookout Tower Vancouver, uma torre que oferece uma vista panorâmica da cidade a 168 metros de altura. Não subimos porque já tínhamos ido ao Calgary Tower na primeira parte da viagem.

Steam Clock, na Water St, em Gastown: um dos poucos relógios a vapor no mundo. Foto: arquivo pessoal

Em Vancouver ficamos hospedados no Victorian Hotel, charmosíssimo, instalado em um prédio com mais de 100 anos de construção. Ele não só tem ares de hotel retrô: ele É retrô! (rs). O quarto é bem espaçoso e muito confortável. Atenção na hora de reservar, pois alguns quartos deste hotel não têm banheiro e, neste caso, é necessário usar os banheiros compartilhados (que entrei e achei super limpos).

O charmoso e centenário prédio do Victorian Hotel, em Gastwon. Foto: arquivo pessoal.

Para quem ficar em Gastown, dicas de restaurantes que fomos: The Old Spaghetti Factory, que apresentou o melhor custo benefício (jantamos lá por duas noites).

1º dia – Stanley Park, Aquário e Second Beach

Em todos os lugares que você pesquisar sobre atrações em Vancouver, é fato que Stanley Park estará como sugestão. Pudera, é o primeiro parque da cidade e maior de Vancouver. Para chegar, pegamos apenas 1 ônibus partindo de downtown (CAD 2,95 adulto e CAD 1,90 criança). Focamos nosso passeio em duas atrações que ficam dentro do parque: o Aquário de Vancouver e a praia Second Beach.

O impressionante tanque das águas vivas no Aquário de Vancouver. Foto: arquivo pessoal.

O aquário vale muito a visita, as crianças adoraram! Tinha até treinamento aberto de golfinhos e leões marinhos. Na área interna, os tanques com caravelas e águas vivas são tão lindos que impressionam! Lá dentro tem um área kids para as crianças brincarem de biólogos e cuidarem dos animais marinhos de pelúcia!

Leões marinhos na área externa do Aquário de Vancouver. Foto: arquivo pessoal

Área kids dentro do Aquário de Vancouver: espaço de aprendizado e brincadeiras. Foto: arquivo pessoal

Saindo do aquário, seguimos o passeio a pé até a praia Second Beach, ali mesmo dentro do Stanley Park. A praia em si não tinha nada demais e não era nada atraente. Mas foi um passeio legal porque tinha playground e uma piscina pública (Second Beach Pool) que, apesar de ser pública, cobra uma taxa de CAD 6,10 adultos e CAD 3,07 crianças). Com o calorzinho que estava fazendo, óbvio que as crianças quiseram entrar (estávamos preparados e levamos roupas de banho e toalha).

Passeio pelo Stanley Park para chegar até a Second Beach. Foto: arquivo pessoal

A taxa de entrada para a piscina de Second Beach. Foto: arquivo pessoal

Verão em Vancouver na piscina pública de Second Beach. Foto: arquivo pessoal

A praia de Second Beach. Foto: arquivo pessoal

À noite, jantar no The Old Spaquetti, na Water St., em Gastown.

2º dia – Granville Island

Foto: arquivo pessoal

O Granville Island é uma península que dá para chegar de carro/ ônibus pela ponte ou então pegar um AcquaBus e atravessar o False Creek (tem esse nome “Rio falso” porque apesar de parecer um rio, é o mar).

False Creek (rio falso) em Granville Island. Foto: arquivo pessoal

É o tipo de passeio que dá para fazer no dia inteiro: todo descolado, possui, além do Public Market (tipo o nosso Mercadão, com barracas de comidas, frutas etc), muitos restaurantes (de peixes nhammm), lojas de artesanato local, galerias de arte, parquinho e uma cervejaria.

Por dentro do Public Market em Granville Island. Foto: arquivo pessoal

Também conhecemos o Kids Market, uma espécie de galeria com algumas lojas e brinquedos eletrônicos. Sinceramente não achei nada demais…apenas um lugar extremamente barulhento. O preço das roupas e brinquedos não eram convidativos.

O colorido do Kids Market. Foto: arquivo pessoal

Em Granville até uma fábrica de cimentos vira arte! Obra dos brasileiros Os Gêmeos. Foto: arquivo pessoal

Almoçamos no Edible Canada Bistro, um restaurante que já havia lido algumas boas indicações na internet e foi super aprovado por nós! Como chegamos de ônibus, o nosso retorno foi de barquinho para mudar a rota.

O Acqua Bus, a balsa para pedestres para atravessar o False Creek. Foto: arquivo pessoal

Depois decidimos voltar para o hotel à pé mesmo para conhecer a região. Google Maps e uma internet ilimitada é essencial para esse tipo de orientação.

À noite, jantar no Pourhouse Restaurant, na Water Street. Quem acompanha o perfil do Todas as Mães no Instagram viu a história do meu prato que pedi neste restaurante, que foi bem engraçado! Moooorta de fome, pedi um “cauliflower steak”, crente que viria uma carne (o “steak”) com couve flor (cauliflower). Um prato com bastante SUSTÂNCIA e uma verdura pra equilibrar o prato. Qual não foi a minha surpresa quando chegou um couve flor – e apenas um couve flor – assado? O cauliflower steak significa “bife de couve flor” e não “bife COM couve flor”, como eu supus. Por pouco, muito pouco mesmo, não chamo o garçom e pago o micão de perguntar “hey man, where is the meet?” Depois descobri que cauliflower steak é um prato super conhecido (que esqueceram de me avisar). Basta ver a #cauliflowersteak. No final das contas, o bife de couve flor estava uma delícia e super saciou a minha fome!

Um dos vários stories que fiz no perfil do Instagram. Segue lá: @Todasasmaes

3º dia – Capilano Suspension Bridge

Não tem como ir a Vancouver e não visitar a Capilano Suspension Bridge! Trata-se de uma ponte suspensa que atravessa o rio Capilano. Depois da ponte também tem outra parte do passeio formada por passarelas penduradas acima da floresta e outra passarela cravada no precipício.

Achei que a essa altura do campeonato, depois de passar por 2 plataformas com piso de vidro (a primeira no Calgary Tower e a segunda no Skywalk Glacier na Icefields Parkway), eu não teria medo de uma “simples ponte”. Vou te falar que deu vontade de desistir assim que pisei nessa ponte suspensa que fica a 70 m acima do rio e tem 140 m de comprimento. O medo ficou por conta dos adultos mesmo, porque as crianças não esboçaram receio em momento algum.

A ponte suspensa de Capilano, com 140 metros de comprimento. Tem coragem? Foto: arquivo pessoal

Me sentindo em Indiano Jones e o Templo da Perdição 😉 Foto: arquivo pessoal

Me senti no filme Indiana Jones e o Templo da Perdição (cena inesquecível da ponte). Havia muita gente (mesmo com o controle da quantidade de pessoas que passa por ela) e balançava horrores. A cada pessoa que parava no meio da ponte pra tirar foto ou a cada criança (inclusive as minhas) que davam pequenos pulos, eu suava frio. Mas valeu o passeio!

Para chegar no parque, pegamos um shuttle na esquina com a rua Homer com a Robson, em downtown. O lugar é lindo e totalmente cercado pela natureza. Tem restaurante, banheiros e lojinha. Logo na entrada, pegue o mapa/ passaporte do parque. Em cada atração há uma espécie de máquina que carimba o seu mapa, provando que você esteve ali. São 6 lugares para passar. Claro que fiz questão de carimbar a minha passagem pela Capilano Suspension Bridge, né?

Charme até n shuttle que nos levou para o Capilano Suspension Bridge Park. Foto: arquivo pessoal À noite, jantar no The Old Spaquetti, na Water Street, em Gastown.

4º dia – Gastown

No nosso quarto dia, confesso que foi bem pacato (só lembrando para quem não leu todos os posts: viemos de uma viagem de 2 dias em Calgary + 7 dias em um motorhome pelas montanhas rochosas). As crianças não aguentavam mais sair para passear… Nosso ritmo estava bem lento, quase parando (rs)… Tiramos esse dia para explorar o bairro de Gastown, onde estávamos, a pé.

Piano em uma praça de Gastown. Foto: arquivo pessoal

Almoçamos no Steamworks Brew Pub, na Water St, bem ao lado da Waterfront Station, que é o principal terminal de trânsito de Vancouver. É de lá que saem SkyTrain, Canada Line (ligando o Aeroporto YVR a Vancouver e Richmond) e o SeaBus (balsa de passageiros para North Vancouver).

Voltamos para o hotel para descansar e arrumar as malas. A ideia de hoje era não se cansar muito, já que no dia seguinte seria bem punk! Isso porque o check out do hotel era às 11h da manhã, mas o nosso vôo seria somente às 21h (tendo que chegar no aeroporto pelo menos às 18h).

5º dia – Queen Elizabeth Park

Último dia de Vancouver. Check out do hotel às 11h. Tomamos um café da manhã, entregamos o quarto, deixamos as malas na recepção do hotel e fomos bater perna por Vancouver. Nosso vôo era somente às 21h.

Para reforçar o café, uma passada no Tim Hortons, um fast food de cafés, donuts e bolinhos. É fácil achar, tem praticamente um em cada esquina.

Tim Hortons: um em cada esquina!

Seguimos a pé por Downtown (eu não falei que batemos perna pra caramba?) e então me deparo com um beco topo pintado de rosa. cheia de grafismos modernos. Parei pra tirar foto, lógico! E foi então que descobri que se tratava do “Pink Alley” (beco rosa), praticamente uma atração turística da cidade (descobertas que a gente faz só caminhando mesmo). A ideia desta intervenção urbana é de o local deixar de ser apenas um beco para serviços de lixeiras e veículos e se transformar em um espaço de convivência. Nem preciso dizer que deu super certo, né? Procure no Instagram a #pinkalley e verá!

Foto obrigatória no Pink Alley em downtown.

Depois pegamos um ônibus com destino a Queen Elizabeth Park, um dos mais lindos da cidade. O parque fica no ponto mais alto de Vancouver, a 152 metros acima do nível do mar, oferecendo uma vista espetacular. No dia que fomos estava nublado, mas ainda assim a paisagem impressionou. A fonte de águas dançantes, logo ao lado do Conservatório, agradou as crianças, que passaram um bom tempo correndo em sua volta tentando sincronizar suas passadas com os jatos de água 😉

A fonte de águas dançantes no Queen Elizabeth Park. Foto: arquivo pessoal

Não entramos no Conservatório (uma atração paga), mas nos deslumbramos com os jardins do parque. Plantas e flores milimetricamente posicionadas, formando um conjunto tão lindo e harmonioso, que ficou difícil não tirar dezenas de fotos ali. O principal jardim é o Quarry Garden, construído em uma antiga pedreira.

A vista panorâmica da cidade do alto do Queen Elizabeth Park. Foto: arquivo pessoal

Jardim do Queen Elizabeth Park. Foto: arquivo pessoal

Voltando para Gastown, o estádio BC Place, casa do time de futebol Whitecaps FC, estava no nosso caminho e resolvemos dar uma paradinha. Coincidentemente iria começar uma partida de futebol, mas para a gente não dava. Pasmem no valor do bilhetes: 60 dólares por pessoa para ver New York Redbull x Whitecaps.

BC Place, casa do Whitecaps, em Gastown. Foto: arquivo pessoal

Para finalmente encerrar a viagem, terminamos o nosso passeio em um pub em frente ao estádio comendo um dos pratos mais famosos de Vancouver: o poutine, que leva batata frita, queijo e molho. Não tem como ir a Vancouver e não experimentar um poutine!

Já era fim de tarde e o dia havia sido muito proveitoso! Voltamos para o hotel, pegamos nossas malas e seguimos até o aeroporto para embarcar de volta para casa. E como em qualquer viagem, trouxemos de volta no coração e na memória as melhores lembranças e recordações de férias em família!

Não deixem de ler os outros posts dessa aventura no Canadá com crianças!

Planejando a viagem de motorhome

Como é viajar de motorhome pelas montanhas rochosas no Canadá

1ª parte da viagem: roteiro de 1 dia em Calgary

2ª parte da viagem: roteiro de 7 dias pelas Montanhas Rochosas

3ª parte da viagem: roteiro de 5 dias em Vancouver (você está lendo este)

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Viagem com crianças: Hotel Vila Rossa

Estivemos no último final de semana no Hotel Vila Rossa, na cidade de São Roque, a menos de 60 km da capital paulista.  O Vila Rossa possui certificado de excelência do TripAdvisor e também foi um dos hotéis vencedores na categoria requinte do Prêmio Zarpo 2018-1019.

Com tantos reconhecimentos, fui com bastante expectativa para São Roque. E querem saber o que achei? Só ler o meu relato abaixo!

Piscina externa do Vila Rossa. Foto: arquivo pessoal

Fiz a reserva pelo Zarpo e deu tudo certo, recebi a confirmação no meu email rapidinho (clique para conferir as ofertas do Vila Rossa no Zarpo), com tarifas mais baixas que o próprio site do hotel. (editado: As tarifas do Hotel Urbano estão ainda melhores. Clique para fazer a reserva do Vila Rossa no Hotel Urbano)

Aliás, o preço da diária do Vila Rossa me chamou a atenção, principalmente pelo tamanho do chalé que nós ficamos (tinha piscina privativa, leia aqui no texto!!). Achei que seria mais caro que os hotéis resorts top conhecidos de SP, mas não, saiu mais barato.

A piscina

O hotel está cravado em plena vegetação da Mata Atlântica e possui uma vista panorâmica incrível das montanhas. Fomos em outubro, na primavera, e à noite esfriava bem. Durante o dia, com o ventinho gelado que fazia, preferimos não arriscar a piscina externa, apesar de ser climatizada. Mas isso realmente não foi um problema. A piscina coberta foi um dos pontos altos do fim de semana. Dentro de um ambiente todo envidraçado, além da piscina adulto com a temperatura perfeita, tem também uma piscininha infantil e uma hidro quentinha. Junta esse conforto com os vales drinks que recebemos no check in… Aí não precisava de mais nada!

Foto: arquivo pessoal

Achei o vestiário pequeno, com pouco estrutura, mas nada que atrapalhasse.

Monitoria

O Vila Rossa oferece monitoria para as crianças com diversas atividades pelo hotel, mas como eu contei lá no meu perfil do Instagram (Siga o Todas as Mães no Insta), nós estávamos entre amigos com filhos da mesma idade e, por isso, os pequenos preferiram brincar entre eles (o hotel é muito grande e nós ficávamos sempre por perto). Foram raras vezes que as nossas crianças ficaram na recreação, mas o pouco que participaram deu para notar que os monitores eram muito cuidadosos e atenciosos.

As atividades de um dos dias do hotel. Foto: arquivo pessoal

Muito espaço para as crianças correrem!! Foto: arquivo pessoal

Acomodações

Ficamos nos lofts, tipo um chalé, com 110m2 de área, dois banheiros, dois quartos (sendo um reversível para a sala), lareira, uma varanda que é praticamente um quintal e uma piscina privativa. Isso mesmo, uma piscina só para a família! Nos banheiros, sabonetinhos, shampoos e creminhos da Natura (amo!)!

Entrada do loft. Foto: arquivo pessoal

A área interna do loft, com lareira na sala. Foto: arquivo pessoal

Tcharam: a varanda com piscina privativa! Foto: arquivo pessoal

Mimos da Natura no quarto do hotel. Quem não ama? Foto: arquivo pessoal.

E uma dica muuuito legal: quem fica hospedado nesse loft tem permissão para levar o seu cachorro de pequeno e médio porte, seguindo algumas regrinhas do hotel + uma taxa (basta informar com antecedência, que o hotel te envia as infos). A taxa não é barata, mas super compatível com os hotéis para cachorro (com o ônus de você estar com seu cãozinho). Para quem sempre precisa pensar em um hotelzinho para os cães na hora de viajar – como nós – essa facilidade é providencial! Não levamos a nossa cadela Teca por outros motivos, mas seria super OK se ela tivesse ido. Entre as regras: os cachorros só podem ficar na área dos lofts e sempre com coleira. Eles recebem um kit boas vindas, com caminha, tapete higiênico, saquinho descartável, comedouro, bebedouro e 01 brinquedo (óoooinnn).

Gentilezas

No início da noite de sábado, com a temperatura diminuindo, uma funcionária do hotel bateu na nossa porta (estávamos tirando aquele cochilinho bom depois de um dia intenso de atividades com as crianças). Ela nos levou docinhos de leite (hummm), perguntou se queríamos que ela acendesse a nossa lareira e se estava faltando algo. Acho que são pequenos gestos de atenção como esse com os hóspedes que são capazes de fazer a diferença!

O hotel é grande e, embora caminhar por suas alamedas seja um convite ao sossego, também conta com uma van 24 horas que faz o leva e traz entre certos pontos, como os lofts, que ficam um pouco mais distantes (250 metros) da recepção/ restaurante.

Na hora de ir jantar, chamamos a van para nos levar até o restaurante e, assim, evitar a fadiga rs. Foto: arquivo pessoal

Não é o tipo de hotel que vai apenas família com crianças – é bem democrático e tem espaço para todos, inclusive para eventos como casamentos e convenções (quando fomos, estava rolando um encontro de uma turma de 35 anos de formados).

Lazer

O playground foi, de longe, o lugar mais frequentado pelas nossas crianças. É espaçoso, arejado, com chão de areia e com uma vista linda de planalto.  Além dos brinquedos do play e uma parede de escalada (todos em ótimas condições), a diversão era descer o morrinho de grama em pedaços de papelão, um verdadeiro tobogã verde. Foi ali também que reservei um tempinho só para mim para apreciar o pôr do sol em meio à Mata Atlântica.

O play: arejado, espaçoso e muito agradável. Foto: arquivo pessoal

Parede de escalada com todos acessórios e segurança. Foto: arquivo pessoal

Eu também me diverti no tobogã improvisado na grama! Foto: arquivo pessoal

Pare, olhe e respire: pausa para apreciar o pôr do sol. Foto: arquivo pessoal

O hotel também tem sala de jogos, brinquedoteca e carteado/ sinuca para os adultos.

Reserve um tempo para conhecer o lago, que fica no caminho oposto ao playground (se precisar, a van te leva até lá). No caminho, um convite à contemplação: redes para relaxar e curtir a vista. Só acho que poderiam ter mais redes espalhadas – só vi duas. Tem pedalinho, caiaque e tirolesa para adultos e crianças (para participar da tirolesa precisa ficar de olho na programação do hotel).

A caminhada até o lago é um convite à contemplação! Foto: arquivo pessoal

O lago, os pedalinhos e a tirolesa! Foto: arquivo pessoal

Academia, quadras de tênis, campinho de futebol e quadra poliesportiva fazem a alegria de quem precisa de movimento. Eu sou do time do SPA (rs). Fiz massagem shiatsu de meia hora e só não fiz sauna porque não curto. No hotel os adultos também são contemplados com atividades e “recreação”: os monitores organizam caminhadas, aulas de alongamento, artesanato e até bingo na beira da piscina.

Entrada do SPA do Vila Rossa. Foto: arquivo pessoal

O cardápio de opções do SPA: de serviços de salão a massagens. Foto: arquivo pessoal

O restaurante atende bem, a variedade de comida é boa. O esquema é pensão completa, ou seja, café da manhã, almoço, café da tarde e jantar inclusos. Bebidas não estão no pacote e, como em todo hotel, não são baratas. Levamos de casa algumas garrafas de vinho para tomar no quarto depois do jantar na sexta e no sábado (aquele momento relax que a gente adora). Também tem berçário com copa, mas não visitei.

Como em todo hotel bom que já fiquei, a hora de ir embora é penosa. Dá vontade de tirar muitos dias de folga e aproveitar mais do que o lugar oferece.

É hora de se despedir! Foto: arquivo pessoal

Hotel super aprovado por nós, não só atendeu como superou minhas expectativas! O melhor de tudo é que fica bem pertinho de São Paulo e você não perde muito tempo na estrada. Ainda quero voltar para São Roque e fazer o roteiro de passeios pela cidade, que é incrível! Leiam o post que fiz sobre passeios em São Roque com crianças, tenho certeza que você vai se inspirar!

Clique para fazer a sua reserva no hotel Vila Rossa

Leia também:

Lista com os 10 melhores hotéis do Brasil para ir com a família

Viagem com a família: Santa Clara Eco Resort (review de hotel)

Pertinho de São Paulo: São Roque é uma ótima opção para a família

Frases de viagem

Hotel Vila Rossa

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Disney: ingressos para os Parques Temáticos com validade até dezembro de 2019 no Hurb

A agência online de viagens Hurb, novo nome do Hotel Urbano, disponibiliza no site os ingressos para a Disney até dia 27 de outubro de 2018!

No início de outubro a Disney anunciou o lançamento de um novo sistema de aquisição de ingressos para os seus parques temáticos. A notícia pegou muita gente de surpresa, tendo em vista que antes era possível a utilização do passaporte por até um ano e a partir de agora os ingressos variam de acordo com a data da visita, tendo uma validade menor. O Hurb, novo nome do Hotel Urbano, tem uma boa notícia para quem já estava pensando em desistir de conhecer os Parques da Disney.

A agência online de viagens anuncia que ainda tem disponibilidade, até o dia 27 de outubro, para a venda dos ingressos ainda pelo modelo antigo. Ou seja, até dia 27 os ingressos para 2 dias (ou mais) são válidos para qualquer período, até dezembro de 2019 –  com validade de 14 dias a contar do primeiro uso-. O melhor é o custo benefício para o cliente: a possibilidade de compra por um preço menor e validade maior.

>> Clique para conferir os pacotes de ingressos para os parques da Disney pelo Hotel Urbano<<

Clique na imagem para conferir os pacotes de ingressos para a Disney no Hotel Urbano

O Hurb, agência online de viagens líder nacional, oferece diariamente mais de 400 mil opções de hotéis e pousadas espalhados por todo o mundo, sendo mais de 8 mil apenas no Brasil. Além disso, registra mais de 1.250 reservas ao dia, em 6.500 destinos mundo a fora. E o blog Todas as Mães tem a honra de ser um parceiro afiliado da agência 🙂

Entenda como funciona a nova regra de aquisição de ingressos para os parques:

A partir de 29 de outubro de 2018

Ingressos com data marcada:

Os ingressos deverão ser reservados, na data específica do primeiro dia de visita e deverão ser usados por um período específico de tempo.

As opções de ingressos permanecerão como antes: Base, Park Hopper® e Park Hopper® Plus e serão oferecidos ingressos desde 1 até 10 dias.

A admissão não é permitida antes da data selecionada de início ou após a data de término da validade do ingresso.

Exemplo:

Opção de ingresso Base de 3 dias.

Selecionar data de início para utilização do ingresso = 01/11/2018

Validade = 05/11/2018

Conforme tabela abaixo:

Ingressos com data flexível:

Permitem a admissão sem selecionar uma data específica de visita, com um preço mais elevado. 

As opções de ingressos de 1 a 10 dias de admissão, Base, Park Hopper® e Park Hopper® Plus estarão disponíveis com data flexível, ou seja, podem ser utilizados qualquer dia, sem precisar de data marcada com a validade até 31 de dezembro do ano seguinte. 

Exemplo:

Opção de ingresso Base 3 dias. 

Não tem necessidade de agendar a data de início. 

Validade: 14 dias consecutivos a partir do primeiro uso

Clique para conferir os pacotes de ingressos Disney em promoção no Hotel Urbano.

Leia também:

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