Comportamento

Estudo revela que animais de estimação ajudam no desenvolvimento infantil

Os filhos andam pedindo um bichinho de estimação em casa? Quer uma dica? Pense com carinho nesta ideia! Você sabia que crianças com animais de estimação tendem a ter autoestima mais elevada, se sentem menos sozinhas e têm mais habilidades sociais? Não sou eu quem está dizendo isso… (mas até poderia, já que tenho 1 cachorro e 2 gatas em casa rs).

crianças e animais de estimação

Crianças com animais de estimação tendem a ter autoestima mais elevada

Em março deste ano a Universidade de Liverpool publicou um estudo no International Journal of Environmental Research and Public Health (Jornal Internacional de Pesquisa Ambiental e Saúde Pública), financiado pelo WALTHAM Centre for Pet Nutrition, sobre os efeitos de se ter animais de estimação no desenvolvimento emocional, educacional e comportamental de crianças e adolescentes.

“As idades críticas para o impacto da presença de animais de estimação na autoestima parecem ser mais expressivas em crianças com menos de seis anos e também em pré-adolescentes e adolescentes com mais de 10. Em geral, cães e gatos são considerados os melhores provedores de suporte social, talvez em função de um nível maior de interação e reciprocidade em comparação com outros animais de estimação”, diz a autora principal do estudo Rebecca Purewal. “Nas culturas ocidental e não-ocidental os animais de estimação podem agir como uma forma de apoio psicológico, ajudando as crianças a se sentirem melhor sobre si mesmas e criando uma autoimagem positiva”, afirma.

Aqui no blog eu já fiz dois posts bem legais sobre crianças e animais de estimação! Confiram:

>> Cães e gatos x crianças: mitos e verdades

>> Raças de cães mais adequadas para famílias com crianças

Saúde & Alimentação

Quando levar as crianças ao oftalmologista

teste do olhinho


Photo credit: .craig via VisualHunt / CC BY-NC-ND

A pediatra dos meus filhos me pede anualmente um exame oftalmológico deles… Só para checagem e acompanhamento. Não posso negar, acho um “pé” ter que levar os 2 no oftalmo, principalmente por não ter encontrado ainda uma clínica legal para crianças. Demora no atendimento e clínicas cheias sempre me fazem pensar em postergar esse tipo de consulta. Mas mesmo com essa preguiiiiça, não deixo de levá-los ao oftalmologista.

Alguns podem achar um tanto quanto precoce, mas saibam que é muito importante esse controle da saúde ocular das crianças. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada 10 casos de perda de visão, oito poderiam ser evitados se tivessem sido detectados precocemente!

Ainda na maternidade, os recém-nascidos passa pelos primeiros testes, como o caso do “Teste do Olhinho”, recomendando pelo Ministério da Saúde nas primeiras 24 horas de vida do bebê. Porém, somente alguns Estados brasileiros que garantem o exame em hospitais públicos e privados.

O teste do olhinho é rápido, indolor e não necessita de colírio. Nele, uma fonte de luz é direcionada ao olho do bebê a uma distância de 20 centímetros, que deve refletir um tom vermelho semelhante ao observado em fotografias com flash. Caso a cor seja opaca, branca ou amarelada, significa que o recém-nascido possui alguma patologia e que deve ser tratada.

Só que depois que a gente “passa” no Teste do Olhinho, a gente relaxa e esquece (CONFESSO: nem me lembro se meus filhos realizaram esse teste na maternidade). Um erro! Muitos pais não sabem, mas os bebês estão sujeitos a diversas doenças visuais, como retinopatia, ambliopia, estrabismo, obstrução do canal lacrimal, conjuntivite, miopia, astigmatismo, etc. Segundo o oftalmologista Richard Yudi Hida, o ideal é que a primeira consulta a um especialista aconteça ainda nos primeiros meses de vida para detectar tais doenças. ”A maioria dos problemas nos olhos pode ser percebidas desde muito cedo e, quanto mais rápido o tratamento for iniciado, maiores serão as probabilidades de cura ou correção da patologia”, explica.

Temos que estar sempre atentos a quaisquer sinais estranhos nos olhos dos bebês, como lacrimejamento constante, coloração fora do normal, inchaço e secreção. Com meu filho mais velho, tivemos que ir ao especialista quando ele tinha menos de 1 mês, pois seus olhinhos lacrimejavam bastante, o tempo todo! Foi diagnosticado  obstrução do canal lacrimal e uma massagem ensinada pela médica resolveu o problema. Depois, voltamos quando ele completou 1 ano para consulta de rotina.

Na infância, também é importante estarmos alertas com a visão das crianças e o andamento no aprendizado na escola é um ótimo termômetro: “Se a criança se queixar com frequentes dores de cabeça após as aulas e dificuldade em enxergar longe, é possível que tenha sido acometido por alguma doença visual”, adverte Dr. Hida. “Apertar os olhos para enxergar, aproximar-se muito da televisão, coceira, caspas nos cílios e lacrimejamento excessivo são fortes evidências de que há algo errado”, completa.

SINAIS DE ALERTA

• Lacrimejamento excessivo mesmo sem choro – o ponto lacrimal por onde passa a lágrima pode estar fechado quando o bebê ainda é recém-nascido. A maioria dos casos se resolve espontaneamente ou com massagens especiais. Alguns casos necessitam de cirurgia.

• Vermelhidão – os olhos vermelhos indicam irritação, inflamação ou infecção na superfície ou dentro do olho. Exame mais específico é necessário para esclarecer a causa.

• Não conseguir seguir objetos com os olhos – após alguns meses de vida, os bebês já conseguem seguir objetos coloridos e pessoas com os olhos (sem fazer estímulo sonoro). A falta desta habilidade pode ser um problema.

• Dor de cabeça – se a criança se queixar frequentemente de dores de cabeça após a aula ou durante a lição de casa, é importante investigar as causas.

• Proximidade da TV – crianças que se sentam muito próximas à televisão ou qualquer objeto acima de 6 metros, podem ser míopes.

• Olho “apertado” – apertar um dos olhos é sinal de que a criança não está enxergando bem e pode estar sofrendo de ambliopia, ou seja, deficiência no desenvolvimento visual de um ou de ambos os olhos.

• Coceira – um dos principais sinais de que pode haver uma patologia. Pode ser oriunda de algum problema de visão ou a popular conjuntivite aguda ou crônica.

• Leitura – o fato de se perder no texto durante a leitura pode ser um sinal de alguma deficiência nos olhos.

• Sensibilidade à luz – crianças com sensibilidade excessiva em ambientes iluminados ou sob a luz solar podem ter alguma doença nos olhos.

• Histórico familiar – muitas doenças são hereditárias, por isso é importante levantar o histórico familiar para saber se alguém já foi acometido por alguma patologia ocular

 

* Post publicado originalmente em fevereiro/ 2015 e atualizado em maio/2017

Produtos

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