Festas

Festa infantil: tema verão & praia

Para as mães que querem fazer uma festinha no tema verão, sol, praia e mar, selecionei algumas fotos inspiradoras para ajudar a montar uma decoração bem linda!

Inclusive esse foi o tema do aniversário de 2 anos do meu filho, comemorado no mês de dezembro (em 2013), bem no comecinho no verão. As fotos abaixo são da festinha dele. Em seguida vou colocar mais algumas imagens retiradas do Pinterest.

Cores

O ponto de partida da festinha foi definir as cores da decoração. Pesquisei muito em revistas e internet (o Pinterest foi minha principal fonte de inspiração) e cheguei nas seguintes cores: azul turquesa, laranja e amarelo. Mas o tema praia e verão dá para usar e abusar de outras cores também, principalmente os tons cítricos.

Festa Praia

Usei joguinhos americanos de palhinha para usar na mesa do bolo ao invés de pratos. Vasinhos coloridos com pirulitos decorados e aqueles guarda chuvinhas tropicais como topper de doces. O bolo foi feito pela Steffi Confeitaria. A cobertura na cor azul tinha ondulações para lembrar o mar. Ao redor do bolo foi depositado bolacha de maizena triturada, dando a impressão de areia.

Painel de esteira

Atrás da mesa do bolo pendurei uma esteira comum de praia. A bandeirola com o nome do meu filho com o formato de objetos de praia (bola, bermuda, chinelo etc) foi feita pelo Estúdio Tuty

Festa Praia

Brincadeiras no chão
Para as crianças que brincavam no chão, montei essa área kids com esteira de praia e tapete de borracha com alguns brinquedinhos de praia. Na geladeira de isopor tinham picolés Rochinha. Mas tive que tirar da festa… percebi que foi um erro, pois as crianças eram muito pequenas, estavam fazendo muita lambança e alguns pais não estavam contentes com isso rs.
Festa Praia

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Saúde & Alimentação

Os cuidados com as crianças no calor

Calorão é uma delícia (amo), mas é preciso tomar alguns cuidados com os pequenos nesses dias muito quentes.

Photo credit: Vincent Sheed via Visual hunt / CC BY-NC-ND

Photo credit: Vincent Sheed via Visual hunt / CC BY-NC-ND

 

Um dia desses até tomei uma bronca da minha mãe (hihihi) porque eu precisava resolver algumas pendências na rua e eu teria que levar os filhos junto, só que eu deixei para fazer isso na parte da tarde, debaixo do sol das 14h. Bom, acabei obedecendo minha mãe (hihihi 2) e não saí com eles naquela tarde. Mas às vezes não tem jeito, e por isso é muito importante ter conhecimento sobre os cuidados que devemos ter com os pequenos nesta época de calorão.

>> Evite sair ao sol entre 10h e 16h e use roupas frescas

O pediatra e neonatologista, Jorge Huberman, afirma que é importante dar preferência para sair antes das 10h ou depois das 16h, além de usar roupas frescas, pois a pele da criança é fina e as chances de sofrer uma insolação são muito maiores se comparamos aos adultos. “Roupas de algodão, linho ou claras, são as ideais, e evitar as de fibras artificiais, elas esquentam. Mesmo saindo no horário correto não se esqueça de usar o protetor solar indicado pelo pediatra da criança. Boné e óculos são bem vindos” diz o pediatra.

>> Sobre a desidratação

“O tempo quente é um dos responsáveis pelo aumento nos casos de virose, diarreia e desidratação das crianças, por isso os pais precisam ficar atentos quanto à exposição delas ao sol. O hábito de sair sempre com uma garrafinha de água, suco ou água de coco para hidratar o filho e evitar o refrigerante, pois hidrata pouco, já é um começo” diz Dr. Jorge Huberman. Gente, desidratação é coisa séria, tá?

>> Ar condicionado: qual a temperatura ideal? Ventilador ligado o tempo todo faz mal?

Aqui em casa temos ar condicionado nos quartos, mas decidir a temperatura sempre é um problema. O que poucos sabem é que quando o ambiente fica muito frio, a mucosa da garganta fica vulnerável às bactérias, e com isso podem aparecer infecções como dor de garganta, por exemplo. “O correto é não deixar o ventilador em cima da criança colocando o do lado oposto do seu filho. Já o ar condicionado regular numa temperatura mais amena, 23°C ou 24°C. Aplicar soluções fisiológicas no nariz da criança, fazer inalações com soro e colocar um balde com água no quarto longe do alcance da criança, ajudam quando não se tem esses eletrodomésticos” complementa Dr. Jorge.

E coragem pra aguentar o calorão!

Desabafo

Minha quase terceira gravidez

Vou contar uma coisa pra vocês que, além do meu marido, ninguém mais estava sabendo: dia desses passei por momentos de apreensão, pois encanei que poderia estar grávida do(a) terceirinho(a) “sem querer querendo”. Por 2 ou 3 dias fui tomada por emoções e sentimentos confusos, pois eu não conseguia distinguir se eu queria estar grávida ou não. Engravidar não faz parte dos meus planos neste momento e acho que a minha família já está completa, mas ao mesmo já pensei em ter 3 filhos (meu filme preferido é A Noviça Rebelde, lembram-se?) e… Bem, filho sempre é uma benção, né?

Hihihi foi assim que contei da minha segunda gravidez para o marido. A segunda!!

Hihihi foi assim que contei da minha segunda gravidez para o marido. A segunda!!

Minhas duas gestações foram bem planejadas e programadas – mesmo com o pequeno intervalo de tempo entre os dois, que é de 2 anos e 2 meses (descobri a segunda gravidez quando o mais velho estava com 1,5 ano). As duas gravidezes correram super bem: quase não passei mal, exames todos em ordem, engordei pouco e voltei ao peso inicial rapidamente, partos de ambos os filhos perfeitos, pós-parto sem muitas dores ou limitações, nada de baby blues ou depressão e, ainda por cima, bebês com raros episódios de cólicas nos primeiros meses. Sem dúvidas, foram dois momentos muito especiais e felizes da minha vida. Além disso, me sentia muito bonita e empoderada gestando uma vida em meu ventre.

Quando pensei que poderia estar grávida do(a) terceiro(a) sem ter planejado, fiquei ansiosa querendo comprar um teste de farmácia e já imaginando a cena ao contar a novidade. Me peguei até tentando adivinhar o sexo do bebê (hahah quem nunca?).

Mas depois me veio um medo. Onde vai dormir? Vamos ter que mudar de casa! E trocar o carro também. Minha nossa, e escolinha, como vamos pagar?

E corta o “Suquinho do Bem” do lanchinho da tarde, que tá muito caro! E na hora de andar de montanha-russa? Alguém sempre vai sobrar :(, pois seríamos agora em 5. Aliás, não sei porque estou pensando em montanha russa, porque ninguém aqui vai viajar! Disney? Esquece, né? Só se ganhar em promoção! E quem vai ter tempo de participar de alguma promoção aqui? Putz, e aquele cansaço dos primeiros meses que até dói, tamanha a exaustão? Ok, isso passa rápido, dá para pular.

 

Tudo isso sem contar com os meus medos mais sérios e profundos. Não é medo de dividir o amor. Hoje eu sei que quando nasce um filho, a gente não deixa de amar o outro… o amor não se divide, ele se multiplica. E o pensamento de “aaaahh, mas eu não vou poder dar a mesma atenção que eu dava” vai embora na mesma hora em que os irmãos se abraçam e demonstram carinho e amor um pelo outro. Meu medo era outro! Eu tive muito medo de morrer na gravidez da minha caçulinha Alice, mesmo com a gestação nota 10, e deixar meus filhos sem mãe. Medo de complicações no parto, sei lá. E hoje em dia, além desse medo, ainda tem essa historia de zika vírus. Quem me conhece sabe que eu sou encanadíssima e preocupada com tudo. Eu ficaria insuportável!

 

Além disso, minha nossa, como me canso com esses dois! Me divirto também, é verdade, e morro de amores. Tem horas que paro só para observá-los brincando juntos. Como são lindos! E quando eles me abraçam ao mesmo tempo? Me sinto a pessoa mais amada do PLANETA! Tenho certeza que com o(a) terceirinho(a) o amor e a admiração seria igual. Imaginem eles brincando com o(a) irmãozinho(a) mais novo, oooooinnn.

 

Mas peraí, eles são cansativos também quando resolvem que querem brincar com o mesmo brinquedo, que querem comer a mesma bolachinha, que querem assistir desenhos diferentes na TV e quer querem correr cada um para um lado no parque. E na hora de dormir, que tenho que dar trocentos remedinhos homeopáticos, de prevenção e vitaminas? Faço isso quase fechando os olhos de tanto cansaço. Tem dias que deixo o Kalyamon Kids pra lá, admito.

 

Hoje eu estava meio p. da vida arrumando e organizando a bagunça dos brinquedos de casa e já pensei: ahh, se tiver o(a) terceiro(a), ele(a) não vai ganhar presente novo não, vai ser tudo herdado, não tem mais espaço. E logo depois veio a culpa por ter pensado assim. Pode isso? O terceiro filho nem existe e a culpa materna já aparece! Ai, não tenho maturidade emocional pra isso não…

 

Tem gente que fala que cuidar de três é a mesma coisa que cuidar de dois, pois já faz as atividades em um esquema de linha de produção. Ai gente, não sei, não acredito… nesses meus dias de apreensão me imaginei cuidando de mais um e, pelo menos na minha imaginação, foi muito difícil! E querem saber até onde a minha mente voou? Visualizei o dia do ultrassom e o médico me dizendo: parabéns, mamãe, são gêmeos! (pausa para o desmaio). Bom, pelo menos assim ninguém ia sobrar na montanha russa, né?

 

Enfim, não, não estou grávida do(a) terceiro(a) e vou me prevenir melhor, pois engravidar não faz parte dos meus planos e nem das minhas possibilidades e capacidades hahah. Mas continuo achando o máximo ter 3 filhos (ou 4, né?). Bom, estou com 37 anos e ainda tenho um tempinho… tudo pode mudar… Neste ano planejei outras coisas para a minha vida. Quem sabe em 2017? Ou não (rs)!

 

E você, teve algum medo de engravidar novamente? Tem mais de 2 filhos? Como foi aí na sua casa?