Comportamento

Lojas e dicas para a compra do material escolar

De acordo com dados da Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae), somente em 2018, o preço dos materiais escolares sofreu um aumento médio entre 5% e 8%!

Quem já comprou o material escolar deste ano? Deixe aqui nos comentários a dica de onde você comprou. Valeu à pena?

giz de cera

Como já contei aqui, neste ano meu filho está indo para o 1o ano do ensino fundamental e, consequentemente, tem uma lista de material mais gordinha. Fiz uma pesquisa pela internet nas seguintes lojas:

No Instagram do blog pedi dicas de papelarias e lojas para compra de material escolar! Confira lá aonde as mães estão indo comprar!

papelaria volta as aulas

Na minha pesquisa achei difícil achar uma loja mais barata em tudo… Por exemplo, na loja X o bastão de cola era mais barato, mas na loja Y o estojo de canetinha valia mais a pena. Isso quando o material não estava em falta. Aí fica difícil, né?

Para ajudar a economizar, a Associação de consumidores PROTESTE recomenda que a gente verifique se há produtos que podem ser reaproveitados do ano anterior. Mas acho que essa recomendação não serve muito para quem vem da educação infantil, onde quase todos os itens são de papelaria coletiva. Eu fiz essa checagem e o único produto que vou reaproveitar do ano passado é uma tesoura sem ponta :/, além das mochilas e lancheiras.

Outra dica que a PROTESTE dá é de verificar com a escola quais são os períodos de utilização dos materiais solicitados na lista, dando a opção de fracionar a compra (e assim diminuir as contas no começo do semestre).

Realizar o pagamento à vista ou em pequenas parcelas também é recomendando. Desta forma, você não fica comprometida o ano inteiro com dívidas.

Quanto às práticas abusivas, bom saber:

  • A instituição de ensino não pode solicitar a compra de materiais que sejam de uso coletivo, usados na área de higiene ou limpeza, como*:

1. Canetas para lousa;
2. Carimbo;
3. Álcool hidrogenado;
4. Giz branco ou colorido;
5. Grampeador;
6. Grampos para grampeador;
7. Ploto para quadro branco;
8. Papel higiênico;
9. Algodão;
10. Flanela

* lista publicada no site da PROTESTE

  • Outra pratica abusiva é o ato de determinar em qual estabelecimento comercial a compra deverá ser realizada ou determinar marcas.

Você tem alguma dica especial para a compra do material escolar? Deixe a sua dica aqui nos comentários!

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Prepare-se para a compra da lista de material escolar 2018

Dezembro e janeiro são meses de presentes, férias, viagens e… Gastos, muitos gastos, incluindo aí a temível LISTA DE MATERIAL ESCOLAR! (dá arrepio só de falar)

material escolar

Foto: Pexels

Começar o ano novo com dívidas e no vermelho não é boa coisa. Só que é aquela história, né? Não tem como fugir dos gastos do material escolar do ano seguinte. O que podemos fazer é tentar diminuir ao máximo o impacto que isso causa no nosso orçamento.

Por isso o planejamento financeiro doméstico é tão importante!

Como contei em outro post sobre mudança de escola, meus filhos estarão em um colégio novo e isso quer dizer:

Lista mais completa de material escolar, uma vez que meu filho mais velho está indo para o primeiro ano do ensino fundamental. Agora começam os gastos com os livros!

Uniforme – Em geral, independente da escola, os uniformes não são nada baratos. Nunca vi alguém falando que o uniforme da sua escola é super em conta.

Ou seja, é puxado!!

Por isso procurei a orientadora financeira Dora Ramos, que nos deu algumas dicas sobre economia. O que podemos fazer para a compra do material escolar doer menos no bolso? Como lidar com tantos gastos de fim de ano?

Para quem está com dívidas, a coisa fica pior ainda! Por isso, Dora Ramos sugere: organizar as finanças, evitar gastos desnecessários e negociar para pagar o menor valor possível aos credores. “Para começar, é fundamental que os endividados não sejam vítimas do bombardeio de ofertas desta época de festas e adquiram novas dívidas de longo prazo”, explica.

Cortar gastos considerados supérfluos pode ser necessário, segundo a especialista: “Aquela viagem de fim de ano pode ser adiada; aquela pizza não é tão fundamental assim durante a semana; seu cachorro pode sobreviver sem aquele brinquedinho; e seu cabelo, com certeza, não precisa visitar o salão de beleza com tanta frequência. Já na ida ao supermercado, opte por marcas mais acessíveis, pois aqueles poucos centavos que nunca foram levados em conta vão fazer sentido nesse período”.

São pequenas economias que podem fazer a diferença na hora de comprar o material escolar.

E apesar das lojas e papelarias incentivarem as compras somente em janeiro, algumas escolas já liberam a lista em dezembro. Portanto, dependendo do seu planejamento, as compras já podem ser feitas desde já.

“Comprar agora em dezembro pode ser uma boa opção, se os pais acompanham os preços e conseguem perceber que, historicamente, no ano seguinte os preços dos materiais básicos – como cadernos, papel sulfite e canetas – não apresentam descontos nos valores. Há, portanto, um estímulo para postergar a compra. É importante observar se, no momento de adquirir os produtos, a compra será feita dentro de um planejamento em que o investimento feito não vá comprometer o orçamento geral”, explica Dora Ramos.

E na hora do pagamento, a orientadora financeira afirma que a melhor opção é comprar à vista e, se possível, com desconto. “O uso do 13º pode contribuir para uma compra economicamente mais viável”, completa.

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Mudança de escola? Confiram dicas para ajudar nessa difícil decisão

mudança de escola

O processo de mudança de escola mexe com a família inteira. Photo credit: Lupuca via Visualhunt.com / CC BY-SA

Meus filhos, assim como muitas outras crianças, mudarão de escola no ano que vem. O mais velho, com 5 anos, vai sair da educação infantil e ingressará no 1º ano do ensino fundamental. Passamos por alguns meses de muita busca, pesquisas e dúvidas, afinal, queria escolher a escola mais adequada para os meus filhos (a Alice ainda está na pré-escola, mas vai mudar junto com o irmão por uma questão de logística).

Esses últimos meses de busca pela escola nova foram com um certo aperto no coração: ver que o filho está crescendo e se desenvolvendo bem talvez seja a melhor retribuição da maternidade. Mas sair de uma escola infantil pequena (onde todo mundo conhece todo mundo, onde você ainda recebe recadinhos na agenda avisando se ele jantou bem ou não) e ir para uma escola “grande”, dá um nózinho na garganta.

É, meu filho, acabou a molezinha: vai começar a alfabetização! Escola nova, amigos novos, professores novos… Tudo novo… para eles e para mim também, né?

E já que em breve entraremos na temporada de matrículas e reservas de vagas, separei algumas dicas para auxiliar outras mães que estão na busca de uma escola nova para os filhos (ou vão entrar ainda neste processo)! Para chegar na decisão final, eu fiz a seleção por exclusão.  Achei mais fácil para mim!

Segundo a presidente nacional da Associação Brasileira de Psicopedagogia, ABPp, Luciana Barros de Almeida, os fatores que precisam ser levados em consideração são: a localização próxima à moradia (no caso das cidades maiores), modo de ensinar, valores da instituição (que devem estar afinados com os da família); custo (que deve caber no bolso); entre outros. Foram exatamente esses itens que considerei!

Localização

Para nós, a seleção começou a partir daí! Eu queria uma escola no bairro em que moramos (ou bem próximo). Morando em São Paulo, não gosto da ideia de perder muito tempo no trânsito com as crianças. Além disso, pense no meio de transporte: a pé, ônibus, carro ou van? Se for utilizar transporte escolar, questione a escola sobre empresas parceiras.

Mensalidade

Sei que existem escolas ótimas, mas que estão muito além do que posso arcar. Por esse motivo, algumas nem entraram na minha lista de escolas para conhecer. Já vi pais dispostos a fazer verdadeiros sacrifícios financeiros para pagar “A ESCOLA” perfeita para os filhos. Mas será que você também está disposto a bancar o mesmo padrão de vida que a maioria dos alunos desta escola cara? Porque o que pagamos não é só a mensalidade, né? Tem os passeios, as atividades extras, viagens (em determinados colégios)… Tudo isso eu levei em consideração. Por outro lado, a mãe de uma amiguinha do meu filho me contou que visitou sim algumas escolas “inatingíveis” para conhecer e poder nivelar por cima. Ou seja, para ela poder ter uma base boa de comparação entre as escolas de diferentes valores. Achei uma ótima ideia a dela!

Método de ensino

Acho legal dar uma pesquisada nos métodos de ensino que existem hoje em dia. Mas também é importante saber que muitas escolas não se rotulam com determinada linha pedagógica, assim como outras fazem um combinado de tudo. O interessante de pesquisar sobre as metodologias é porque você consegue ter um panorama geral: saber com qual tipo de ensino você e sua família se identificam e qual o tipo de ensino que você não quer para o seu filho. Aqui em casa nós não nos identificamos com o método tradicional, conteúdista, onde o professor é o único detensor do conhecimento. Mas ainda acho que o mais importante de saber de cor métodos e linhas pedagógicas, é haver uma identificação entre a família e a escola (Sim, a família, mesmo que morem em casas diferentes).

Sintonia

Isso não estará em nenhum manual pedagógico, mas acredito muito em energia, sintonia. Já entrei em escolas muito boas, mas que na hora percebi que ali não seria legal para os meus filhos. Já em outras escolas, a energia “bateu”: eu conseguia visualizar meus filhos estudando ali, brincando e sendo felizes! Essa mesma sintonia a criança sente também. É estimulante os filhos participarem da escolha, ainda que a decisão final tenha que ser dos pais.

Ansiedade

Em uma das visitas que fiz, uma orientadora alertou para tomarmos cuidado nesse envolvimento da criança. Que por mais que a gente saiba que essa mudança de escola é só para o próximo ano, a percepção de tempo para eles é diferente da nossa. O ano que vem pode ser amanhã para eles! E se não é amanhã, é na semana que vem! Esse assunto pode gerar uma ansiedade desnecessária. Bom, aqui em casa, depois que decidi a escola nova, não toquei mais no assunto. Escola nova, só no ano que vem! Claro, de vez em quando escapa o assunto, mas em geral, evitamos essa conversa com as crianças.

E já que o assunto é ansiedade, leve em consideração que você não está tomando uma decisão para a vida! Tudo bem se não der certo! Se fez a escolha errada, é só mudar… (créditos para o marido, que soltou essa frase diante da minha centésima pergunta: “Será que estamos fazendo o certo?”).

Ainda vou deixar para desdobrar em um próximo post as linhas pedagógicas das escolas de ensino fundamental!

E aí eu queria saber se você já passou por essa fase de mudança de escola. Foi difícil para vocês? Ou foi mais fácil do que vocês imaginavam?