Comportamento

Estudo revela diferentes tipos de pais e os reflexos que causam na infância. Que tipo de pais vocês são?

criança feliz

Você já parou para pensar que tipo de mãe/ pai é você e como isso pode refletir no comportamento dos filhos? Porque, né, mãe não é tudo igual não…

O canal Gloob, em parceria com a consultoria Play – Pesquisa e Conteúdo Inteligente, a curadoria de conhecimento Inesplorato e o Instituto de Pesquisa Quantas, realizou uma pesquisa para mapear os diferentes tipos de cuidar e os reflexos que causam nas características comportamentais das crianças.

Chamado “Vem de Casa”, o estudo apontou três diferentes tipos de pais em relação ao modo com que cuidam dos filhos. Em qual desses tipos de pais você se identifica?

·         É normal você se identificar e transitar entre um tipo e outro, assim como as crianças também podem expressar mais de um desses comportamentos. A pesquisa foi realizada com mais de 1 mil entrevistas.

Balança (41%)

Os pais “Balança” estimulam a curiosidade e a autoexpressão dos filhos, além de discutirem e os consultarem, com frequência, sobre as decisões. Os filhos dos pais “Balança” são questionadores, colaborativos, independentes e espontâneos.

Sinal Verde (22%)

Os responsáveis do grupo “Sinal Verde” permitem que as crianças regulem suas próprias atividades, são poucos exigentes quanto à ordem e aceitam com mais facilidade os impulsos e desejos das crianças. Os filhos dos pais “Sinal Verde” são curiosos, individualistas e com grande acesso a informações.

GPS (37%)

Já os pais “GPS” apresentam um nível de controle maior em relação aos filhos. As regras, proibições e restrições são nítidas e valorizam o respeito pela autoridade e pela ordem. Entre os pais “GPS” predominam crianças mais obedientes, com características pouco questionadoras e que nem sempre expressam suas vontades

O estudo revelou outro dado importante: apesar de 97% dos pais acreditarem que brincar é importante para o desenvolvimento do filho, apenas 64% brincam às vezes, segundo os filhos.

Confiram outras informações da pesquisa:

Infográfico Dossiê 2017 Gloob

·         Para o “Vem de Casa” foram realizadas mais de 1 mil entrevistas com pais e crianças entre 06 e 09 anos, de diferentes regiões do país, que compõem as classes ABC e que têm acesso aos canais infantis da Tv Paga. O estudo foi realizado em três fases – uma curadoria sobre a infância, comandada pela Inesplorato; uma etapa quantitativa conduzida pela Quantas; e a Home Invasion, realizada pela Play.

Em 2015 o canal Gloob também divulgou uma pesquisa realizada com crianças de 6 a 9 anos revelando o comportamento da geração “on demand“.

Comportamento

Crianças “on demand”: confira estudo sobre essa nova geração

Você tem uma criança “on demand” em casa? Aquela que não sabe esperar, que quer tudo na hora? Eu tenho um de 4 anos aqui! Eu já havia notado essa característica no meu filho ao assistir filmes e desenhos. Como consumimos aplicativos em celulares e tablets, além de serviços on demand na TV, percebi que, ao sintonizar um canal na televisão, ele fica ansioso quando tem que esperar o intervalo comercial. E também fica inquieto quando o programa que ele quer ver não está passando. Do tipo: “Como assim não dá pra assistir Alvin e os Esquilos agora? Não é só clicar em cima?”. Vai explicar que estamos vendo o canal aberto e que quem decide a programação não é ele! hahahah

Acho justo e natural esse estranhamento, afinal, o poder de decisão sobre o que assistir está cada vez mais em nossas mãos. Claro que essa liberdade não isenta a responsabilidade dos pais: são eles quem vão permitir – ou não – o acesso dos filhos ao conteúdo escolhido.

Essa geração de consumidores “on demand” é uma das constatações de uma pesquisa sobre o comportamento infantil realizada pelo canal Gloob, em parceria com a Play Conteúdo Inteligente, que revelou algumas tendências sobre o consumo de entretenimento e o comportamento das crianças no futuro.

O estudo, nomeado “Como as crianças pensam”, focou no eixo RJ-SP para conversar, por meio de entrevistas em domicílio, com 32 crianças (meninos e meninas), com idades entre 6 a 9 anos, de classe B2C, com acesso à internet e que assistem TV pelo menos quatro vezes na semana.

“Sabendo que as crianças são a manifestação da sociedade, é importante começarmos a pensar como atenderemos a consumidores tão exigentes, dinâmicos e atentos. Há tempo fala-se em comunicação 360, acredito que esta será realmente a primeira geração que exigirá que façamos isso. Não porque precisam de mais estímulos e sim porque desejam, podem e estarão em todos os lugares a todo momento”, afirma Aurélia Picoli, diretora de pesquisa da Play.

Confiram os resultados da pesquisa no infográfico abaixo. Clique na imagem para abrir.

Pesquisa Gloob