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Férias de verão: alerta para as praias impróprias para banho

Atenção para as praias impróprias para nadar no litoral paulista nestas férias!

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Minha cara de decepção quando me deparei com essa bandeira da Cetesb na praia da Siriúba, Ilhabela. Para quem não sabe, a Cetesb classifica as praias em 2 categorias: própria e impróprio. Quando é imprópria, significa que é desaconselhável nadar, uma vez que pode ter um grande número de coliformes fecais * eca * (hoje chamados de coliformes termotolerantes), E. coli e enterococos. A densidade alta desses organismos tem a ver com a poluição pelos esgotos.

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Pesquisei e descobri que o risco de nadar em águas impróprias é contrair doenças do trato gastrointestinal como vômitos e diarreias e algumas doenças até mais graves.

Lembrando que com as crianças o cuidado deve ser redobrado, já que elas vivem engolindo água, colocando a mão na boca…Portanto, melhor não dar bobeira!

Mas nem sempre a classificação como imprópria tem a ver com a poluição pelos esgotos. No site da Cetesb achei a informação que uma praia também pode ser classificada na categoria Imprópria devido a circunstâncias como a presença de óleo provocada por derramamento acidental de petróleo; ocorrência de maré vermelha; floração de algas potencialmente tóxicas ou surtos de doenças de veiculação hídrica.

A foto da bandeira da Cetesb é da praia de Itaquanduba, também imprópria na Ilhabela. Para ver a classificação das praias de São Paulo, o mapa da qualidade das praias está disponível no site da Cetesb http://cetesb.sp.gov.br/praias/mapa-da-qualidade/.

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Importante ressaltar que essa classificação é temporária e pode ser alterada de acordo com o período de amostragem.

Viagens

Viagem para a Disney: qual a idade ideal para levar os filhos?

Disney com crianças

Todo mundo que vai ou pretende ir para a Disney com os filhos fica se perguntando: mas será que já é a hora? Será que não é muito cedo? Será que ele(a) vai se lembrar de tudo?

Afinal, quando é a hora certa de levar os filhos para conhecer a Disney??

Vou contar a minha experiência! Fui em abril para Orlando com marido e filhos: Teodoro, com 5 anos e Alice, com 3 anos. Fomos acompanhados por mais dois casais com filhos de idades bem próximas aos meus, o que tornou a viagem bastante animada!

Conhecemos todos os parques do Complexo Disney (Magic Kingdom, Hollywood Studios, Epcot e Animal Kingdom), além da Universal Studios e do Legoland.

Apesar das idades serem muito próximas (5 e 3), ainda assim há uma certa diferença quando o assunto são atrações. O Teodoro, com 1,08 m já podia entrar em muitos dos brinquedos e simuladores mais concorridos, como a Seven Dwarfs Mine Train (a montanha russa dos 7 anões) no Magic Kingdom e o Harry Potter and the Escape from Gringotts na Universal (apesar de ainda ficar de fora dos brinquedos muito radicais).

Já o acesso para a Alice era mais restrito por causa dos seus 95 cm de altura. Para evitar a frustração de não poder entrar em um determinado brinquedo, fiz todo o roteiro de atrações antes de viajar, consultando no site da Disney a altura permitida. Assim, pelo menos na grande maioria dos brinquedos que a levamos, não havia a expectativa de passar ou não pelo limite de altura. Algumas vezes nos separamos em duplas – pai e filho/ mãe e filha para conseguirmos lidar com essas diferenças de atrações. Mas a maior parte do tempo passamos juntos e curtindo muito!

Existem muuuitos brinquedos que não tinham limite de altura e que a Alice e o Teodoro amaram ir juntos. Além dos brinquedos, as crianças (e os pais também hihi) se encantaram com os personagens – seja nas filas para tirar fotos, nos shows ou nas refeições com personagens.

Se eles vão se lembrar da viagem pra Disney quando forem maiores? Sinceramente, eu não sei… talvez não se lembrem, talvez tenham vagas lembranças. Mas sei que os encontros da Alice com a Bela, a Branca de Neve, a Jasmine, a Elsa e a Ana, a Cinderela e a Aurora foram muito reais naquele momento. A Alice as abraçava com tanto amor, tanta verdade no coração, que parecia que se conheciam há muito tempo. Foi emocionante!

A total entrega da Alice ao abraçar a Jasmine! Muito amor!

A total entrega da Alice ao abraçar a Jasmine! Muito amor!

O Teodoro, com aquela agitação peculiar de uma criança de 5 anos, quase pulou no colo dos Stormtroopers que passaram por nós no Hollywood Studios. Até levou uma “bronca” do soldado, que falou para ele se acalmar (no tom de brincadeira, claro) hahaha

Os Stormtroopers dando uma bronca de brincadeirinha no meu filho: "Se acalme, garoto!"

Os Stormtroopers dando uma bronca de brincadeirinha no meu filho: “Se acalme, garoto!”

Observar os olhinhos dos meus filhos brilhando e o sorriso no rosto a cada nova aventura, a cada abraço na princesa ou no Mickey, a cada nova descoberta fez tudo valer à pena! Também teve choro, teve birra e teve mau humor. Mas isso nem de longe conta.

Na Disney você vê pessoas de todas as idades, todas mesmo: de bebezinhos a velhinhos. E todos aproveitando do seu jeito! Não acredito muito em idade ideal para aproveitar a Disney, porque todos conseguem se divertir!

A idade ideal é a que você consegue ir!!

Mais algumas dicas que posso dar da Disney:

Disney com crianças

– Para o planejamento de todo o roteiro, consultei muito o site Vai Pra Disney e o grupo do Facebook Coisas de Orlando;

– Reservei o primeiro dia de viagem para compras de 1ª necessidade no WalMart: água, petiscos, protetor solar e outros produtos para levarmos para os parques, além de itens pessoais. Também compramos um carrinho estilo guarda-chuva para o Teodoro no WalMart por U$ 26! O carrinho da Alice nós levamos do Brasil mesmo (que também era guarda-chuva).

– Não vá sem seguro viagem. No final da viagem, já em Miami, o Teodoro caiu do parquinho, trincou o pulso e teve que engessar o braço.

– Usei o chip da http://www.easysim4u.com. Comprei ainda no Brasil e recebi em casa. Assim que o avião chegou em Orlando, já liguei o celular com o chip funcionando! Como nos dividíamos para levar as crianças em atrações diferentes algumas vezes, compramos 2 chips para estarmos sempre comunicáveis. Mas os parques contam com Wi-Fi, então dá para se virar bem sem um chip. Foi mais indispensável para dirigir, já que usávamos o Waze.

– Nos parques da Disney (Magic Kingdom, Hollywood Studios, Epcot e Animal Kingdom), não deixe de marcar o Fast-Pass, que é tipo o “fura-fila” dos brinquedos. Por exemplo, enquanto um brinquedo super concorrido estava com 1h30 de fila, com o fast pass marcado ficamos apenas 20 minutos e às vezes até menos.

– Baixe o aplicativo My Disney Experience no seu celular. Você visualiza o mapa do parque, marca e desmarca os fast-pass, consegue ver o tempo de espera de cada brinquedo e muito mais!

– As refeições com os personagens são bastante concorridas. Então marque com muita antecedência! O jantar no Castelo da Cinderela, por exemplo, marquei 6 meses antes (a Disney permite fazer reservas em 180 dias antes do dia pretendido).

Golpe de sorte: no jantar no Cinderella’s Royal Table pegamos uma mesa bem na janela e vimos o show de fogos!

Golpe de sorte: no jantar no Cinderella’s Royal Table pegamos uma mesa bem na janela e vimos o show de fogos!

– Não é exatamente uma dica, e sim um estalo que me deu lá na Disney. Estávamos na fila para tirar foto com o Mickey no Magic Kingdom. Falei para a minha filha dar um beijinho no nariz do Mickey na hora de tirar a foto. E ela fez. Só que depois me dei conta que praticamente TODO MUNDO beija o nariz do Mickey. Não é nem questão de nojinho não, é questão de saúde, vírus e bactérias (ok ok, sou um pouco neurótica).

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– Por falar em fotos, comprei o Memory Maker, que é o pacote de fotos profissionais dentro dos parques da Disney. É um valor bem salgadinho, mas achei que valeu muito a pena!

– Compras: além de fazer todo o roteiro dos parques, também fiz o roteiro de compras. Já saí do Brasil com uma tabela de numeração de calçados de cada um, calça, camisa etc. Claro, é sempre bom provar, mas já ter à mão o número ajuda bastante! Para economizar tempo também fiz algumas compras pela internet (Carter’s, GAP e Amazon) e mandei entregar no hotel.

– Fiquei no All Star Music Resort, dentro do complexo Disney. É um pouco mais caro que os hotéis fora da Disney, mas ele oferece algumas vantagens também, como o ônibus gratuito para os parques. Usamos o carro apenas 1 dia para ir para o Magic Kingdom. Nos outros dias, incluindo o Magic Kingdom novamente, fomos com o ônibus da Disney. Era muuuito mais prático!

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Minha nossa, são tantas dicas que não consigo parar de escrever hehehe. Espero que tenham gostado do meu relato! Se quiserem saber mais, podem perguntar à vontade, ficarei super feliz em ajudar!

>> Itens de farmácia que valem comprar nos EUA para crianças

Viagens

8 ciladas que você pode evitar nas viagens com crianças

Férias escolares chegando e muitas famílias estão se preparando para viajar com os filhos! Férias, viagens, bagunça, sair da rotina, dormir tarde… amo! Mas não podemos negar que viajar com as crianças dá um baita trabalhão e requer um certo planejamento, né?

férias com crianças

Foto: freeimages.com

Eu mesma já caí em algumas furadas e por isso fiz uma relação das ciladas mais comuns em férias com crianças. Conversei também com algumas amigas e leitoras, que me ajudaram a criar essa lista! A Marcela, por exemplo, mãe da Ana (5) e da Gabi (2), evita pegar estrada em datas muito concorridas: “Viajar com crianças em datas críticas, tipo Ano Novo, e ficar horas no congestionamento… É meu terror, confesso”.

Já para Luciana, mãe da Malu, de 2 anos, furada é sair de férias com antigos amigos que não têm filhos e que esperam ser uma viagem como nos velhos tempos: “Quando todos ainda estão tomando café da manhã, você já está pensando no almoço”, brinca sobre a mudança de horários que sofremos quando os filhos nascem.

E você já passou por alguma cilada com as crianças em viagens?

  1. Deixar para fazer a mala em cima da hora
    Não precisa fazer a mala com uma semana de antecedência, mas também deixar para arrumar tudo 1 hora antes é pedir para se estressar ou esquecer de alguma coisa. Especialmente se seu filho for bebê, quando levamos o triplo de bagagem!
  2. Viajar sem a cadeirinha no carro
    Furada, cilada, roubada! Perigosíssimo transportar crianças sem a cadeirinha do carro! Além de tudo, é lei, é obrigatório! Até, pelo menos, um ano da idade, bebê conforto; entre um e quatro anos, pode passar para a cadeirinha de segurança; entre quatro e sete anos e meio, assentos de elevação. Na dúvida entre qual modelo usar atente-se ao peso e altura da criança juntamente com as recomendações do equipamento fornecidas pelo fabricante.
  3. Viajar por muitas horas de avião com bebê no colo
    É uma decisão difícil ($$)! Se por um lado a economia de não pagar um assento para o bebê de colo faz uma bela diferença no orçamento, por outro lado ficar com um bebê no colo sentada (e imóvel para não acordar o filho) no assento do avião por várias horas seguidas é beeeeem, mas beeeem incômoda. Já fui para Miami com filho de 11 meses no colo e meu braço quase gangrenou (rs).
  4. Não levar água e lanchinho
    Criança entediada na viagem já é difícil. Criança entediada e com fome/ sede, aí é osso! Tem que fazer uma lancheirinha para levar na viagem, não tem jeito! Outra dica é levar chupetas extras! Quantas vezes no meio da estrada eu pirei porque a filha tacava a chupeta no meio do estofamento e ninguém conseguia achar!
  5. Não levar farmacinha
    Farmacinha, carteirinha do plano de saúde, telefone da pediatra e doses recomendadas… Tudo sempre à mão. Infelizmente pode aparecer uma virose, uma dor de barriga ou mesmo uma alergia a picadas. Passar por uma febre inesperada e estando fora de casa, é muita roubada não ter à mão um remédio que a criança já esteja acostumada a usar.
  6. Não saber nada sobre o destino ou o hotel
    Eu até gosto do movimento “Deixa a vida me levar”, mas com filhos pequenos tudo muda, né? Talvez a desinformação não chegue a estragar a viagem, mas pode gerar um certo desconforto. Por exemplo, vocês chegam no hotel com toda a criançada e descobrem que o lugar é considerado o “melhor resort da América do Sul para curtir a dois e passar a lua de mel”! “Você acaba se sentindo com aquela obrigação de sair falando aquela frase bem conhecida entre as mães: ‘desculpe pela bagunça, desculpe qualquer coisa’”, comentou Luciana, a mãe da Malu. Não que isso não possa acabar virando uma piada depois…
  7. Fotos, poses e vídeos
    Preocupar-se em registrar tooodos os detalhes da viagem, tirando fotos o tempo inteiro para postar no Instagram, no Facebook, fazer lives ou stories e esquecer-se de curtir o momento AO VIVO é uma das maiores ciladas de viagem!
  8. Esquecer a paciência em casa
    E caso algo não saia como o planejado (que é o que geralmente acontece mesmo hahah), não caia na cilada de perder a paciência! Faz parte também! Aproveitem!!

E você, também já passou por alguma cilada em viagem com filhos? Qual a maior furada em férias que vocês já se encontraram?