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Tarde de Halloween no Start em Pinheiros

O Start, espaço de cursos livres e atividades para as crianças, localizado no bairro de Pinheiros, vai promover uma tarde temática de Halloween com brincadeiras e oficinas para crianças a partir de 5 anos neste sábado, dia 29.

Halloween Star

Com o tema Caça-Fantasmas, o evento contará com maquiagem/ penteado do Glitzmania e oficina de cupcakes com chapéus de bruxas da Chefs e Chefinhos. Também terá uma uma caça aos monstrinhos em todos os ambientes do Start, além de customização de almofada com o formato do fantasma Geleia, do filme Caça-Fantasmas.

Para fechar a tarde, a garotada participará de um delicioso lanche da tarde com bebidas refrescantes, docinhos e bolos decorados.

As inscrições podem ser feitas pelo e-mail coordenacao@startarte.com.br ou pelo telefone (11) 3097-8406 e as vagas são limitadas (60 vagas).

Serviço:

Caça Fantasma no Start 
29 de outubro (sábado)
Horário: das 14 às 17h30
Idade/Criança: a partir de 5 anos
Local: Start Arte
Rua dos Macunis, 180 – Pinheiros
Preço: R$ 150,00 (cada criança)

 

Saúde & Alimentação

Doenças respiratórias também atacam na primavera

A gente costuma achar que as crianças só sofrem com as doenças respiratórias no outono e no inverno, não é? Mas no dia a dia percebemos que não é assim! As crianças também adoecem na primavera e o que mais ouvimos de explicação é: “muita mudança de temperatura”. Parece até uma resposta meio clichê, mas o pior de tudo é que é verdade. Aqui em casa os dois ficaram bem ruinzinhos na entrada da estação e fui atrás de informações para entender o porquê das crianças também ficarem doentinhas nesta época do ano e o que podemos fazer para prevenir os sintomas.

flores no campo

O principal causador das doenças respiratórias é o tempo seco, acúmulo de poeira e poluição. E, mesmo com a ocorrência de chuvas e as passagens de frentes frias, por conta das mudanças bruscas de temperatura, a primavera ainda conta com dias de tempo seco. “Isso contribui com o ressecamento da mucosa das fossas nasais e da boca, o que facilita a entrada de poluentes, vírus e bactérias responsáveis por diferentes tipos de doenças respiratórias e reações alérgicas”, afirma o pneumologista, Dr. Carlos Carvalho, coordenador do Serviço de Pneumologia do HCor – Hospital do Coração.

Para prevenir as doenças respiratórias e alergias (aqui em casa ambos têm rinite), os cuidados são praticamente os mesmos que os do outono/ inverno: tomar bastante água, limpar o nariz com soro fisiológico, manter o ambiente arejado e limpo.

bebê doente

A pneumologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Dra. Denise Onodera, fez uma lista com as cinco dicas mais importantes para evitar as doenças respiratórias na primavera:

  1. Beba muito líquido e consuma alimentos ricos em água.
  2. Hidrate as narinas com soro fisiológico ou água.
  3. Utilize aparelhos umidificadores ou vaporizadores de ambiente. Caso não tenha os aparelhos, coloque bacias com água ou toalhas molhadas nos cômodos.
  4. Evite carpetes e tapetes nos quartos. Em pisos lisos, utilize pano úmido para limpeza.
  5. Evite plantas, animais e bichos de pelúcia no quarto.

Quem tem criança alérgica em casa, sabe que não é brincadeira. As “ites” atacam pra valer, ainda mais para quem mora em grandes centros urbanos, como São Paulo. Nesta última semana os meus dois filhos ficaram doentes e contei em um post como foi dureza… rolou até um “cantinho do choro da mamãe” rs. Cliquem aqui para ler!

 

Desabafo

O cantinho do choro – apenas um desabafo de uma mãe exausta

Toda mãe deveria ter o seu “cantinho do choro”!

mãe triste sentada na escada

Na semana passada meu filho mais velho ficou doente. Foram exatos 6 dias de febre alta (que não baixava por nada), dor de garganta, mal estar, choro. Muito choro. Eu não sei como é na casa de vocês, mas aqui, a cada dose de remédio que tenho que dar para meus dois filhos – seja de antitérmico, antibiótico, xarope, qualquer coisa – equivale a uns 10 minutos de conversa, argumentos, explicações e, muitas vezes acaba em irritação da minha parte. Isso sem contar com as ânsias de vômito. Detesto ter que dar remédio à força, mas às vezes não tem outro jeito…Afinal de contas, remédio é inegociável!

Além disso, é claro, foram 6 dias de impotência de ver o filho doente e preocupação intensa, que resultam também em esgotamento. Foi punk, mas passou, ufa!! Graças a Deus (e aos remédios, à pediatra, aos meus cuidados e orações), meu filho voltou a ficar saudável e isso, pra mim, é a melhor coisa do mundo!! Acredito que você, mãe que está lendo meu desabafo, conhece bem esse sentimento de alívio quando o(a) filho(a) sara, mesmo que de um simples resfriado.

Esse meu alívio durou menos de 1 dia, pois, passadas algumas horas da última febre dele, tchãram: filha caçula com febre também. E aí meu emocional vai lá pra baixo, né? Nossa, que desânimo que me bateu naquele dia. Não sabia se ficava triste por minha filha ter adoecido também ou agradecida de eles não terem ficado doentes ao mesmo tempo (porque aí sim nem sei o que seria de mim, de nós).

Porque mãe de 2 ou mais tem essa, né? Filho fica doente, você se descabela até descobrir o que é (virose, otite, amigdalite, gripe, etc). Aí quando o outro filho começa a adoecer em seguida, pelo menos você pula essa etapa do “ai meu Deus, o que será que é??” e já tem uma ideia do que está por vir (daí o meu desânimo).

E cá estamos, passando por tudo de novo: mais uma semana de febre, dor, mal estar, choro, muito choro, impotência, preocupação, esgotamento físico e emocional. Enquanto isso, a roupa para lavar amontoa, a poeira do chão acumula e os compromissos do cotidiano que esperem, pois a prioridade agora são os meus filhos. Mas sempre lembrando que a vidinha do outro filho segue – horários, almoço, uniforme, escola, janta, banho! Não para, não para, não para, não!!!

E a gente vai armazenando toda essa carga e não se dá conta da bomba relógio que está se transformando.

Como todos os dias, hoje passei a manhã me dedicando a eles: dando remédios (com negociação, choro etc), servindo suco, colocando desenho na TV, apartando briga, levando ao banheiro, mais suco, agora torradinha, limpando migalhas, montando brinquedo, apartando mais brigas, etc. Passei apenas 20 minutos na cozinha para preparar um almoço bem sapecado, mas sempre sob requisições – suco, desenho, banheiro, choros. Na hora de servir o almoço, o que acontece?

Num quelo!!

Ninguém queria almoçar!! (preciso dizer que a caçula estava há 2 dias sem aceitar almoço e jantar). O mais velho não tinha motivo, mas resistiu ao almoço também.

Juro, a minha vontade naquela hora era de jogar o prato no chão e sumir (obviamente eu jamais faria isso, até mesmo pelo puta trabalho que eu teria de limpar depois). Tento negociar um pouco mais, argumentar, insistir, até que fico irritada de novo! Não queria me irritar com isso, mas não consigo, estou cansada, exausta. Então respiro e me conformo com o resultado que eu consegui – apenas três colheradas.

Respira. Paciência. Respira. Calma. Respira.

Volto para a cozinha, que está um show de horror, e vou arrumar. E rápido, pois esse é o horário mais corrido aqui em casa. Se uma tarefa atrasa, tudo atrasa. E geralmente é isso que acontece mesmo!

Suspiro, pego um banquinho, sento e começo a chorar baixinho, num desabafo comigo mesma.

E, nossa, como um chorico de nada me fez bem! Acho que vou adotar o cantinho do choro pra mim, viu? Mas não se iludam, nem no cantinho do choro eu tive a minha privacidade merecida. Em menos de 1 minuto, a minha caçulinha apareceu como se NADA tivesse acontecido (o stress do almoço) perguntando: “mãe, qui cê tem, tá cholando?”. Na minha negativa, ela ainda chama o irmão: “Todolo, vem vê a mamãe, ela tá cholando”.

E foi exatamente por essa “invasão” que enxuguei minhas lágrimas, respirei fundo, levantei-me do banquinho e ainda ri. Ri porque achei graça, achei fofo! Mas não era um momento de achar alguma coisa fofa. Meu Deus, que confusão de sentimentos!!!

E a vida segue! É assim que é, essa é a maternidade real. Não há o que falar. Não há um conselho salvador. É isso, é difícil mesmo, às vezes desesperador até. As desarmonias começam e terminam sem aviso e sem explicação, num universo onde o cansaço impera e a alegria domina (e sim, isso é MUITO conflitante).

Mas se eu tivesse que dar um conselho para esses momentos conflitantes com os filhos, eu seguiria o que muitos psicólogos falam: na hora do nervoso, quando você percebe que está prestes a estourar, saia de perto (deixando-os em um ambiente seguro), respire outros ares (o cômodo do lado, gente, não é pra sair de casa!! haha), vá para o seu cantinho do choro, respire fundo e espere uns minutinhos, pois você vai se acalmar mais rápido que você imagina.

Agora, se você tem um método mais ninja para se acalmar e levar a maternidade de boas, por favor, me conte tudo, porque eu preciso saber  – todasasmaes@gmail.com.